Quinquênio LIDERARE

5 Anos de Ações Empreendedoras e Resultados Positivos Interassistenciais 

Fundada com o propósito de auxiliar no desenvolvimento e qualificação de líderes e empreendedores evolutivos, com ferramentas práticas pautadas no paradigma consciencial e aplicadas ao cotidiano multidimensional, além de produzir pesquisa para contribuir com a sociedade e com as especialidades Liderologia e Empreendedorismologia, a LIDERARE completa cinco anos de atividades em 2026. 

Ao longo desse período, a associação sem fins de lucro ampliou sua atuação por meio de assessorias à empresas e organizações, preceptorias individuais, cursos temáticos, palestras, workshops, pesquisas e projetos em parceria com outras associações conscienciocêntricas, sociedade civil organizada e poder público.

A consolidação da associação também foi marcada pela expansão de suas atividades para diferentes localidades, com a criação de Hubs da Conscienciologia e o fortalecimento de uma rede de voluntários e pesquisadores dedicados ao desenvolvimento de lideranças voltadas à interassistencialidade.

Nesta entrevista, os idealizadores e cofundadores da LIDERARE compartilham os bastidores da criação da associação, os principais resultados alcançados ao longo dos cinco anos de atuação, os desafios enfrentados e as perspectivas para os próximos ciclos evolutivos. 

Jornal: Como surgiu a ideia de criar uma instituição dedicada à Liderologia Interassistencial e quais necessidades motivaram esse empreendimento? 

Fabio: O projeto do qual se originou a LIDERARE foi iniciado com a fundação do Colégio Invisível da Liderologia em 27 de julho de 2014, em conversa com o pesquisador Roberto Almeida, coordenador na época dos Colégios Invisíveis da Conscienciologia. Cinco dias após a fundação, em primeiro de agosto, apresentamos ao professor Waldo Vieira, no Tertuliarium — pouco antes do início da Minitertúlia diária —, o projeto elaborado com apoio dos pesquisadores João Aurélio Bonassi e Katia Arakaki.

Pesquisávamos a temática há mais de 10 anos, no âmbito profissional e no voluntariado. A criação do colégio invisível tinha a proposta de reunir pesquisadores independentes, interessados em aprofundar as pesquisas nessa temática, sem as preocupações administrativo-financeiras que uma instituição demandaria. Naquela época vislumbrávamos um modelo de instituição mais enxuto e eficiente, com maior escalabilidade planetária, sem aumento proporcional dos custos de manutenção. O colégio invisível poderia funcionar como experimento inicial.

Dentro do vislumbre estratégico inicial, propúnhamos a criação, em uma segunda etapa, de instituição com modelo mais ágil, sem os problemas comuns das Instituições Conscienciocêntricas existentes, muito demandadas por questões financeiras e operacionais para manutenção de toda estrutura física, o que poderia desviar o foco da assistência, da pesquisa e da produção científica. Pretendiamos, desse modo, aproveitar a interação mais próxima com as equipexes relacionadas à Liderologia Interassistencial para não apenas pensar em inovação na liderança sob o paradigma consciencial, mas também em novos modelos de gestão e de estrutura de apoio. A ideia era criar uma instituição com atuação predominantemente online e, quando necessário, utilizar-se das estruturas já existentes na Comunidade Conscienciológica Cosmoética Internacional  (CCCI). Em função da alta permeabilidade do tema da liderança na sociedade, o campus de atuação da LIDERARE seria, de certo modo, o próprio planeta terra.

Simone: Vislumbramos criar, dali a uns 7 anos, uma instituição conscienciocêntrica, contudo, os planos extrafísicos aparentemente eram outros. Algumas sincronicidades e projeções lúcidas ajudaram a nortear o caminho inicial após a fundação do Colégio. Logo apareceram pessoas nos procurando para atendê-las em forma de preceptoria no tema da liderança pessoal, bem como empresários da região que ficavam sabendo de modo orgânico da nossa atuação e abordagem que trazia uma proposta diferente da que estavam acostumados – sempre trazendo o paradigma consciencial para o cotidiano do líder e do empreendedor — e passaram a nos convidar para realizar palestras e oficinas. Com o aumento da demanda ao longo do tempo e frente à necessidade de atendermos empresas, inevitavelmente tivemos de repensar o plano. Com a chegada de novos voluntários para se somar ao trabalho (Fabio Marques, Marcelo Brivilati, Marcelo Cover, Renan Temp e Simone Zolet), decidimos, em março de 2017, procurar a União das Instituições Conscienciocêntricas Internacionais  (UNICIN) para fundar a LIDERARE. De março de 2017 a março de 2021 ficamos na condição de Pré-IC.

Jornal: Ao longo desses cinco anos, como evoluiu a proposta inicial da LIDERARE? Houve ampliação de projetos ou novas frentes de atuação? 

Simone: Tínhamos clareza desde o início quanto ao nosso papel de levar as técnicas liderológicas da Conscienciologia para a sociedade como forma de testar na prática a sua eficiência e eficácia na melhoria da vida das pessoas, no estímulo à autoliderança evolutiva, à qualificação dos estilos de liderança e de empreender com propósito evolutivo nos negócios. 

Fabio: Com o tempo, passamos também a interagir com representantes do poder público. Desse modo, ampliamos nosso campo de atuação, passando a atender não apenas empresários e empreendedores, mas também lideranças públicas e representantes de outras organizações sociais. Aprofundamos nossos estudos em outras linhas que tinham total afinidade com as nossas práticas. Uma delas se tornou um de nossos pilares nas abordagens, a Escola Austríaca de Economia. Aliamos as nossas experiências com liderança, empreendedorismo evolutivo e essa escola. Essa sinergia traz resultados cosmoéticos palpáveis para quem nos procura. Além de ser uma abordagem que ajuda na ampliação da lucidez consciencial, da interdependência evolutiva, de modo assertivo e interassistencial.

Palestra sobre Autoliderança Evolutiva e Escola Austríaca de Economia, em Ciudad del Este, PY, à convite do Instituto Mises, para público de primeira vez. (Foto: acervo Liderare).

Simone: Fomos, aos poucos, compreendendo melhor a própria equipex especialista desse trabalho. O mais interessante dessa caminhada é constatar que provavelmente estiveram conosco desde o início. No entanto, foi somente no período que antecedeu a criação da instituição que começamos a ter maior clareza sobre essa presença e atuação. Desde então, essa percepção foi se ampliando e se aprofundando gradualmente, acompanhando o próprio desenvolvimento do trabalho.

Legenda: Assembleia de 2026 com os voluntários e conselho fiscal. (Foto: acervo Liderare).

Jornal: Quais foram as principais realizações e resultados interassistenciais alcançados? Há projetos, pesquisas ou iniciativas que vocês consideram marcos da trajetória institucional? 

Fabio: Eu destacaria a publicação da primeira revista em Liderologia, em 08 de julho de 2023, nas versões impressas, print on demand e também em PDF gratuito em nosso site. Fizemos inclusive debate ao vivo com os autores, que está disponível em nosso canal Liderologia no youtube. Podemos elencar ainda: a elaboração do Compêndio de Liderometria, que se encontra em etapa final de revisão na EDITARES e foi escrito a várias mãos; o surgimento dos Hubs da Conscienciologia, que têm contribuído significativamente, nas diferentes localidades, para a disseminação das ideias da Conscienciologia de modo integrado, em sinergia com voluntários de diversas ICs e Colégios Invisíveis; o primeiro curso de imersão e de campo; o início da especialização docente em Liderologia, com seis turmas já concluídas; e o desenvolvimento de cursos na especialidade, incluindo cursos livres elaborados pelos próprios docentes a partir de suas autopesquisas e experiências no âmbito da instituição.

Simone: Em reunião recente com os voluntários, ao fazermos o balanço desses cinco anos, conversávamos justamente sobre o quanto ficamos felizes com as metas alcançadas. Contudo, para nossa equipe, o resultado mais marcante foi ver pessoas comuns, que nunca ouviram falar de Conscienciologia antes, assumindo a sua singularidade consciencial e um estilo de liderança mais interassistencial e inspirado na cosmoética. É gratificante ver lideranças levando adiante empreendimentos que contribuem de modo significativo para a melhora dos ambientes e da vida das pessoas, inclusive em pequenas cidades. Isso nos faz seguir em frente no propósito, unindo motivação, trabalho e lazer. 

Lançamento da primeira edição da revista Liderologia, 08 de julho 2023, disponível em pdf gratuito no website da Liderare (Foto: Liderare)

Jornal: A LIDERARE ampliou sua atuação para diversas localidades por meio de Hubs da Conscienciologia e equipes conscienciológicas interdisciplinares. Como ocorreu esse processo e quais impactos trouxe para a instituição? 

Fabio: Considero os Hubs um projeto embrionário, ainda em caráter experimental, mas que já começa a demonstrar grande potencial para a geração de sinergia local entre voluntários de diferentes ICs e também com simpatizantes das ideias trazidas pela Conscienciologia. 

Atualmente, temos cinco Hubs em operação. Cada um apresenta suas particularidades e prioridades, mas todos estão alinhados a uma mesma base principiológica e a um propósito comum: facilitar a atuação conjunta de voluntários de uma determinada região, em parceria com os amparadores locais, em prol de ações reurbanizadoras centradas na região.

Essa ideia surgiu a partir do desafio e da necessidade de levar a Conscienciologia de modo mais integrado, sem muros entre as instituições e a própria sociedade. A proposta é fomentar um ambiente de intercooperação, onde voluntários de diversas ICs possam atuar de modo conjunto e em parceria, em consonância com as demandas identificadas na região, inclusive criando atividades e iniciativas em formato específico para atender a essas necessidades. 

O Hub inverte a lógica de “levar” um curso pronto para uma região com base nas necessidades da própria IC. No modelo dos Hubs, as ações implementadas partem das necessidades identificadas no local e, a partir dessa leitura, são criadas iniciativas alinhadas a essa necessidade.

Simone: Por exemplo, após três anos de prospecção e realização de atividades na Argentina, iniciamos oficialmente, em julho deste ano, em conjunto com voluntários da Conscienciologia, o HubCons Argentina, com foco de atuação na região de Buenos Aires e Córdoba. 

Vale destacar que a escolha das localidades não ocorre de modo aleatório. Ela parte de inspirações extrafísicas, posteriormente chanceladas por sincronicidades, projeções lúcidas e outros indicadores percebidos ao longo do processo. Nesse sentido, buscamos seguir as paraorientações dos amparadores na definição das regiões e no direcionamento das ações.

Processo semelhante ocorreu na constituição do HubCons Vale Europeu Catarinense e dos demais HubCons, nos quais a definição das localidades e dos focos de atuação também foi sendo construída a partir dessa combinação entre parapercepções, sincronicidades e observação das demandas e oportunidades de interassistência identificadas em cada região.

Uma curiosidade é que no ano passado quando estivemos novamente em Miramar de Ansenuza (Mar Chiquita, Cordoba), conhecemos o casal de proprietários da pousada onde nos hospedamos e nos afinizamos logo de cara. Após horas de conversa sobre energias e empreendedorismo evolutivo, e descobrir que a empreendedora era a secretária do centro de comércio da cidade e que tinha um sonho de realizar um evento de empreendedores da região de Ansenuza com foco e propósito em negócios que considerasse a espiritualidade, fomos convidados a ajudar a organizar juntos o evento com eles e a prefeitura da cidade. Através deles conhecemos muitos outros empreendedores locais e da região que se somaram ao desafio. O mais engraçado que na noite anterior tive uma parapercepção de um grupo de consciexes benfazejas nos dizendo (através de clariaudiência e depois por telepatia em dois idiomas) para nos conectarmos ainda mais com os nativos da cidade pois, isso seria importante no trabalho interassistencial necessário. Respondi mentalmente que estávamos ali disponíveis no que pudéssemos ajudar buscando o melhor para todos. 

Equipe LIDERARE em Miramar de Ansenuza, Mar Chiquita, Cordoba, Argentina, 05 de outubro de 2025. (Foto: acervo Liderare).

Jornal: De que maneira as atividades têm contribuído para o desenvolvimento da autoliderança, da coliderança e do empreendedorismo evolutivo entre voluntários, alunos e participantes?

Fabio: As técnicas liderológicas têm por base as experiências de nossa equipe diante dos desafios da vida cotidiana de líderes e empreendedores, analisados sob uma perspectiva multidimensional. Testamos tudo na prática, buscando verificar, pela autopesquisa e pela experimentação, a aplicabilidade das propostas.

O que temos observado é que as pessoas que se dispõem a colocar em prática as técnicas conscienciológicas, e se dedicam com afinco desde o início, costumam obter resultados positivos mais rapidamente, muitas vezes antecipando resultados esperados. Essa percepção de resultado gera motivação para agir ainda mais e sustentar a aplicação das técnicas ao longo do tempo, criando um ciclo virtuoso entre experimentação, resultado e motivação.

Vale destacar que os empreendedores, de modo geral, tendem a apresentar uma postura mais proativa do que a média, o que favorece essa disposição para experimentar, agir e avaliar os resultados na prática.

Simone: Esse é, inclusive, um aspecto importante de nossas atividades: não trabalhamos com a lógica tradicional de alunos e professores. Todos são convidados a assumir a postura de autopesquisadores, experimentando as técnicas, observando os resultados e tirando suas próprias conclusões a partir das próprias experiências. Desejamos que as técnicas e filosofia conscienciológica sejam aplicadas ao dia a dia das pessoas.

Jornal: Quais foram os principais desafios enfrentados durante esses cinco anos de consolidação institucional e quais aprendizados se destacaram nesse percurso?

Simone: Ao meu ver, tivemos dois desafios principais. O primeiro ocorreu logo no início. Começamos com a perspectiva de ter uma atuação 80% on-line, e havia certa resistência a esse modelo que era pioneiro na CCCI. Tivemos muito apoio da AIEC e da ARACÊ nesse período. Foi justamente quando chegou a pandemia de Covid-19. Desse modo, fomos “aceitos” nesse formato (rsrsrs).

O segundo grande desafio foi auxiliar os voluntários na mudança de mindset: de um voluntário-liderado para um voluntário-empreendedor evolutivo, dono do empreendimento. Não havia um ente centralizador. Alguns voluntários ficavam aguardando “receber ordens”. Foi um processo de aprendizado e adaptação à liberdade responsável da autogestão e da gestão participativa.

Fabio: A LIDERARE precisava ter esse processo da autoliderança muito bem estruturado dentro da IC. A instituição foi desenhada para estimular o voluntário, desde o primeiro dia, a assumir sua singularidade consciencial, exercer a autoliderança e desenvolver o epicentrismo consciencial, atuando em protagonismo com os demais no conjunto das ações interassistenciais.

Por isso, em vez de adotarmos um modelo hierarquizado, optamos por um modelo de gestão ágil, com base em projetos, no qual o colegiado gestor não exerce papel diretivo, mas funciona como uma estrutura de apoio ao bom funcionamento da IC. A gestão por projetos permite que diversas iniciativas ocorram em paralelo, de modo desburocratizado. Se um voluntário deseja propor um novo projeto, basta apresentá-lo em reunião geral. Para ser aprovado, precisa estar alinhado ao materpensene da IC, ter um ou mais epicentros bem definidos e ser autossustentável, ou seja, não onerar a instituição.

As decisões estratégicas são tomadas em conjunto nas reuniões gerais de voluntários, assim como a construção do planejamento estratégico, onde todos são corresponsáveis pelas escolhas e resultados.  

De modo geral, muitos dos que ingressam na instituição não estão acostumados a um modelo de gestão tão participativo, sobretudo quando vêm de organizações com modelos de gestão mais centralizados e hierárquicos. Aqueles que já atuavam como empreendedores em sua vida profissional ou que passaram por empresas com modelos de gestão mais modernos e humanizados tendiam a apresentar maior facilidade de adaptação.

O grande aprendizado que ficou desse período pode ser resumido em uma frase: “Confiem, vai dar certo. Todos conseguem.” Como disse recentemente nosso amigo e cofundador Adelino Denk: “Na LIDERARE, está todo mundo treinando” para alcançar novos patamares.

Simone: Recebemos também o feedback de alguns voluntários que relataram estar muito felizes com a oportunidade de se expressarem livremente, sem receio de serem recriminados.

Jornal: A LIDERARE propõe uma abordagem fundamentada no paradigma consciencial e na interassistencialidade. Na prática, quais diferenciais distinguem essa proposta dos modelos convencionais de desenvolvimento de líderes?

Fabio: Os modelos convencionais de liderança não consideram a multidimensionalidade. Contudo, há muitos aspectos positivos que podem ser aproveitados de modo cosmoético e interassistencial. Na prática, o que propomos, em essência, é ajudar os líderes a ampliar a visão sobre as consequências e repercussões multidimensionais de suas ações — e também da falta de ação —, desenvolvendo maior lucidez quanto à influência da própria pensenidade nos ambientes e nas equipes, assim como à influência das energias dos ambientes e das pessoas sobre sua própria pensenidade.

É importante destacar que estudar a liderança sob a ótica do paradigma consciencial é, por si só, um tema neutro. Considerar a multidimensionalidade não torna, automaticamente, o líder um “santo” ou um “herói dos céus”. Há líderes parapsíquicos que conhecem a realidade multidimensional e, ainda assim, atuam de modo antievolutivo e anticosmoético. Do mesmo modo, há líderes que não conhecem ou não consideram a realidade multidimensional e que são extremamente benignos e cosmoéticos.

Levantamos e discutimos essas diferentes possibilidades em nossos cursos e atendimentos, justamente para ampliar a criticidade sadia e a compreensão sobre o exercício da liderança, favorecendo uma análise mais lúcida e menos idealizada do fenômeno.

Simone: É a célebre frase: ‘boa intenção não basta’, mas ajuda. É preciso desenvolver também a cosmovisão, a autonomia parapsíquica, a sustentabilidade pessoal do propósito evolutivo e a autoliderança evolutiva — até porque sem a autoliderança evolutiva não é possível a liderança sadia, cosmoética, de modo pleno. Nem é possível se chegar na coliderança evolutiva, interassistencial avançada.

Nesse sentido, buscamos oferecer ferramentas que auxiliem a pessoa a superar autolimitações, ampliar a inteligência evolutiva e qualificar, de maneira cada vez mais lúcida, sua atuação enquanto líder e agente interassistencial — minipeça da reurbanização intra e extrafísicas — para saber atuar nos mais variados contextos, com as mais diversas equipes disponíveis. 

Jornal: Olhando para os próximos cinco anos, quais são as perspectivas, metas e megadesafios da LIDERARE para ampliar sua contribuição à sociedade e à evolução grupal?

Fabio: A equipe definiu alguns marcos estratégicos. Um deles é ampliar o número de turmas da especialização em Liderologia, para ajudarmos no desenvolvimento de mais especialistas e docentes em Liderologia. Atualmente, estamos na 8ª turma. Outro marco é publicar a revista Liderologia em três idiomas e disponibilizá-la de modo aberto e gratuito na internet. Já estamos inclusive com a edição em espanhol pronta. 

Em uma perspectiva de longo prazo, temos como projeto a elaboração do Tratado de Liderologia. Estamos também, em parceria com a UNICIN e especialistas de algumas ICs, desenvolvendo uma pesquisa que servirá de base para a criação de um programa prático voltado ao desenvolvimento de lideranças conscienciocêntricas para as ICs. 

Simone: Outro marco importante é ampliar o apoio a projetos de desenvolvimento regional sustentável em parceria com a sociedade civil organizada, principalmente em pequenas e médias cidades. Além disso, estamos elaborando um MBA em Empreendedorismo Evolutivo, em conjunto com o Colégio Invisível da Administraciologia, com a perspectiva de realizá-lo em parceria com universidades nacionais e internacionais e disponibilizá-lo à sociedade.

Jornal: Que mensagem vocês gostariam de deixar aos pesquisadores, voluntários e líderes interessados em desenvolver uma liderança cada vez mais cosmoética, interassistencial e evolutiva? 

Simone: Não desperdice o amparo de função e mantenha-se atento também ao assédio de função. Assuma sua singularidade consciencial e banque o propósito evolutivo à favor do melhor para todos.

Fabio: Parafraseando o professor e pesquisador Waldo Vieira: se você estiver diante de um projeto interassistencial e perceber o aumento do contrafluxo, não recue, faça o contrário, dobre o trabalho interassistencial.

Para saber mais acesse:
Entrevistadora: Cristina Bornia
Entrevistados: Fabio Marques e Simone Zolet
Acompanhamento: Cristina Bornia
Foto e vídeo: acervo Liderare

Expediente: Edição 270 - Julho e Agosto 2026

Jornalista responsável: Amaury Pontieri – MTB nº 23.154-SP

Coordenação: Cristina Bornia e Lucimara Ribas Frederico
Editora: Cristina Bornia
Marketing: Lucimara Ribas Frederico
Redatores de conteúdo: Cecilia Roma, Cristina Bornia, Sónia Luginger, Leonardo Ribeiro e Lucimara Ribas Frederico
Revisor de conteúdo: Luiz Antonio de Oliveira
Revisor ortográfico: Maria Koltum
Web designer: Leonardo Ribeiro
Conformidade com a política editorial (Conselho Editorial): Amaury Pontieri e Denise Paro

Endereço: Av. Felipe Wandscheer, 6200 - Cognópolis Foz do Iguaçu - PR - Brasil
contato@jornaldacognopolis.org

Agenda: "Os conteúdos publicados com programação futura são de responsabilidade exclusiva dos organizadores do evento. O Jornal da Cognópolis não se responsabiliza por alterações, cancelamentos ou quaisquer mudanças nas programações divulgadas. Recomendamos que os interessados entrem em contato diretamente com os organizadores para confirmar as informações."
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