Roberta Bouchardet lança gescon sobre estudo da interassistencialidade

‘Ajudar nunca foi tão fácil’ com estudo aprofundado em livro

Já pensou em como qualificar as ações pessoais voltadas à assistência e às outras pessoas? O livro Interassistência – teoria e prática sob a ótica da Conscienciologia apresenta  a interação entre as consciências e documenta a teoria e a prática da interassistência. O  estudo baseia-se na premissa do princípio de ‘o menos doente assistir o mais doente’.

Sobre o autor:

Roberta Bouchardet

Roberta Bouchardet é psicóloga, bacharel em Ciência da Computação, mestre em Filosofia, pós-graduada nas áreas de Finanças, Terapia cognitivo-comportamental e Terapia focada em Esquemas. Estuda e pesquisa a Conscienciologia desde 1991, sendo docente desde 1998. Foi voluntária no IIPC, CEAEC e Conscius. Atualmente atua na Associação Internacional Editares, responsável pela publicação dos livros de Conscienciologia em outros idiomas. É verbetógrafa da Enciclopédia da Conscienciologia, autora de capítulo do livro Leitura Lúcida e de artigos sobre a Conscienciologia publicados em periódicos das Instituições Conscienciocêntricas.

Roberta Bouchardet fala  sobre os bastidores intra e extrafísicos da escrita do livro: 

Escrever uma obra de Conscienciologia é ao mesmo tempo um desafio e grande oportunidade para ampliar a assistência por meio das ideias ali organizadas. É uma jornada que demanda conhecimento do tema, organização, pesquisa, conexão com amparadores, disponibilidade de tempo, sustentabilidade energética e saúde holossomática. É também processo de autodescoberta e recins nos atributos da pensenidade, comunicabilidade, amparalidade, desassedialidade, sustentabilidade holossomática, entre outros. Para mim foi um longo processo, iniciado na verdade há décadas, quando iniciei os estudos de Conscienciologia. A escrita em si levou aproximadamente 2 anos, mas alguns textos já estavam escritos e guardados e geraram alguns capítulos. 

O início da Pandemia Covid-19 no Brasil, em 2020, foi o grande evento perturbador da minha noção de tempo no intrafísico. Penso que muitas pessoas tiveram esse impacto da finitude do nosso tempo no intrafísico e, no meu caso, naquele período, analisando a possibilidade de dessoma próxima, a cláusula incompleta da proéxis claramente seria a publicação da gescon. Então tudo mais estava bem, mas essa parte seria motivo de arrependimento pós-dessoma. Aliado a isso, a interrupção de muitas atividades presenciais proporcionou mais tempo disponível somados aos horários de folga do trabalho profissional e voluntariado. Assim, as noites e fins de semana foram, durante muitos meses, dedicados à escrita. O livro já estava em andamento antes da pandemia, mas o ritmo aumentou bastante desde então.

O primeiro passo foi a escolha da temática. É importante ser algo motivante para o autor, pois ele precisará fazer uma imersão nesse holopensene. No meu caso, o tema da Interassistência surgiu do meu verbete, Autamparo, cuja ideia nasceu em reunião do Colegiado de Intercooperação. Antes da definição do tema principal, estava difícil organizar as ideias. Por outro lado, a sensação quando se encontra o tema ‘certo’ é de ‘Eureka’ e a partir daí as ideias começam a se organizar com muito mais facilidade. A forte conexão com o tema predispõe à conexão com equipex do tema, parafato percebido devido ao intenso fluxo de ideias e sincronicidades ao longo do processo de escrita.

A temática Interassistência é transversal às demais especialidades da Conscienciologia e, por isso, era primordial delimitar as relações a fazerem parte da gescon e decidir quais não entrariam. Também era necessário definir a estrutura da obra, ou seja, as seções e os capítulos, numa ordem lógica e didática para o leitor.

Nessa etapa, tive a ajuda dos amparadores, quando durante o módulo do Acoplamentarium de Pesquisa, os capítulos componentes do livro vieram claramente em fenômeno de captação de ideias. Os mesmos foram anotados e a partir daí foram sendo escritos até estarem todos prontos. Outra decisão antes de iniciar a escrita é quanto ao público-alvo da obra.

Essa escolha foi imprescindível para definir a linguagem a ser utilizada e o nível de aprofundamento. Minha escolha foi pelo público mais abrangente, interessado em Conscienciologia, com pelo menos o conhecimento básico, mas não necessariamente professor ou voluntário veterano. Mesmo assim o público veterano será beneficiado pelo livro, pois apresenta reflexões para a autoanálise da prática da interassistência, além de poder ser indicado como material didático para as atividades docentes.

Ao definir a estrutura e o público-alvo, escolhi fazer um livro com viés didático e teático. Para isso, tive a inspiração de inserir ao final de cada capítulo, exercícios na forma de questões de autoanálise para o leitor fazer uma reflexão sobre a aplicação ou influência daquele conteúdo na sua interassistência. Incluí um quadro-resumo em cada capítulo para facilitar a síntese do leitor a respeito daquela parte. Por outro lado, recomendo que o leitor complemente essa síntese com as ideias importantes para si. Os objetivos são consolidar as informações e permitir a retomada rápida das principais ideias, mesmo após algum tempo da leitura.

Partindo para o conteúdo do livro, a revisão bibliográfica foi muito absorvedora, no bom sentido. Felizmente temos hoje, nas publicações conscienciológicas, vasto material publicado a respeito de muitos assuntos.

É grande a gratidão por tanto conhecimento e experiências já disponibilizados a respeito dos temas que pesquiso, pois a expansão das ideias a partir dessas leituras era explícita. O difícil é delimitar essa leitura e a busca por bibliografias para não se perder em tanto material, pois um verbete, artigo ou livro leva a outro e assim por diante.

A revisão do material pelo autor, e por outros estudiosos do assunto, é imprescindível. Sempre há gaps no nosso pensamento e na nossa forma de expressar, para nós imperceptíveis, mas claros para outras pessoas. Estar holossomaticamente aberto para as revisões torna o processo de escrita e burilamento do texto muito mais amparado. A resistência de autores ao processo de revisão pode revelar traços como orgulho ou baixa autoestima e gerar assédio e bloqueios no avanço do conteúdo e forma da obra. Então, a recomendação para aurorandos é: quanto mais revisores e revisões, melhor ficará seu texto. Estejam abertos a essa interassistência.

Após muitas revisões e diagramação, o lançamento da gescon, em 19/10/2024, foi momento de felicidade e senso de realização, mas a jornada continua com a divulgação e recebimento de feedbacks. Muitos convites surgem e é preciso ter disponibilidade para dar continuidade e publicidade à obra para que ela cumpra o papel de esclarecimento.

Algumas ações nesse sentido, como os lançamentos, já foram feitas. Espero ter muitas oportunidades de promoção do livro para que chegue a mais consciências.

Roberta Bouchardet

A autora Roberta Bouchardet apresentou a obra ao público, no dia 19 de  Outubro de 2014, no Círculo Mentalsomático, em Foz de Iguaçu, Brasil, oferecendo em seguida sessão de autógrafos. No mesmo dia esteve presente em uma Live no canal da Editares no Youtube.

Roberta Bouchardet na apresentação do livro no Tertuliarium. (Foto: acervo da autora).
Roberta Bouchardet e sua dupla evolutiva na sessão de autógrafos no Tertuliarium. (Foto: acervo da autora).
Folder de divulgação do Lançamento Editora Editares com Roberta Bouchardet e o seu livro “Interassistência”. (Foto: Editares).

Nos dias seguintes, foi entrevistada no Programa Entrelivros da RCI, no canal da Epígrafe Livraria. 

Folder de divulgação da entrevista do Programa Rádio Entrelivros com Roberta Bouchardet e o livro Interassistência. (Foto: acervo de Roberta Bouchardet).

Esteve em Belo Horizonte, em 09 de novembro de 2024, no Talk-show de lançamento no IIPC.

Sessão de Autógrafos do lançamento do Livro “Interassistência”. (Foto: acervo da autora).

Quem já leu: 

Ivone Cubarenco – pesquisadora da Conscienciologia

“Ao abrir o livro Interassistência constatei, logo na Seção 1, todo o histórico da assistência intrafísica, independente de linhas religiosas – que muito contribuíram para abertura da assistência social aos menos possuídos – antes de abordar a linha do paradigma consciencial, de modo a prender o leitor na visão multidimensional. Aborda uma cronologia cuidadosa do uso da assistência abrangendo diferentes sociedades, complementando  com o pré-cristianismo até os dias atuais (Século XXI). Quero ler com mais tempo entrando em outras seções, e que desperte o interesse pela leitura muito instigante. Parabenizo a autora, pelo capricho da pesquisa e a diversidade de referências complementares” .

Marina Thomaz – pesquisadora da Conscienciologia

“No livro Interassistência a autora Roberta Bouchardet apresenta o estudo exaustivo sobre o tema, imprimindo valor em sua pesquisa ao confrontar conceitos aparentemente semelhantes pela grafia, mas distintos na essência de seus conceitos. Assim, lida com as palavras esclarecendo definições e ressaltando diferenciais entre si, e nos entrega o livro Interassistência com abordagens sobre a Evoluciologia, sinalizando o valor da interação e cooperação lúcida entrevivos” .

Para saber mais acesse:
Autora: Sónia Luginger
Foto e vídeo: acervo da Editares e Roberta Bouchardet

Expediente: Edição 261 - Janeiro e Fevereiro de 2025

Jornalista responsável: Amaury Pontieri – MTB nº 23.154-SP

Coordenação: Leonardo Ribeiro
Editora: Cristina Bornia
Redatores de conteúdo: Cecilia Roma, Cristina Bornia, Sónia Luginger e Leonardo Ribeiro
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Revisor ortográfico: Maria Koltum
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Conformidade com a política editorial (Conselho Editorial): Amaury Pontieri e Denise Paro

Endereço: Av. Felipe Wandscheer, 6200 - Cognópolis Foz do Iguaçu - PR - Brasil
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