sábado, 25 maio 2024

Reflorestamento do Bairro Cognópolis em Foz do Iguaçu

Ações assertivas geram beleza e responsabilidade ambiental

Com a fundação do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC) em 1995, deu-se início a uma série de ações para o restabelecimento da fauna e da flora da região, envolvendo a mata ciliar do rio Tamanduazinho e nascentes do Bairro Cognópolis. As primeiras edições do Jornal, por exemplo, dispõem de matérias sobre projetos ambientais que envolviam a recuperação da área degradada, trilhas de interpretação da natureza e paisagismo.

Por exemplo, a edição de maio de 1996 conta sobre o projeto “adote uma árvore”, iniciativa com o objetivo de motivar a participação das pessoas na reconstrução ambiental do CEAEC, assim, com o custo de 12 reais e recibo enviado por fax, podia-se financiar o plantio de uma muda. Em outubro de 1996, em matéria comemorativa sobre o dia da árvore em setembro, já tinham sido registradas 1.097 mudas plantadas e a implantação de viveiros c/ 4.000 espécimes de flores e árvores nativas, além de 383 mudas adotadas.

Capa da edição de setembro de 1996 do Jornal da Cognópolis, antigo Informativo do CEAEC.

Em maio de 1996 já tinham sido plantadas 500 mudas de cerca-viva e 900 entre grandes e pequenas espécies, além de adubação, cercamento, limpeza de terreno que, segundo o biólogo Roberto Leimig,  o terreno era uma área voltada para a pastagem, pois os antigos proprietários criavam gado, cavalos e outros pequenos animais domésticos, a exemplo de porcos e galinhas. “Quando conheci, em 1998, já estava em andamento um projeto da profa. Ivelize Vicenzi e mais alguns outros voluntários visando o início do processo de arborização, pois tudo era uma extensa área de pasto”, conta. Nesta época, só havia uma parte do que é o CEAEC hoje, ou seja, apenas o terreno na margem esquerda do riacho Tamanduazinho, com cerca de 10 mil metros quadrados. 

Ao longo da história, as ações foram planejadas por voluntários da Conscienciologia, que formaram equipes e desenvolveram projetos focados na responsabilidade ambiental. Hoje a imagem por satélite e câmeras instaladas mostram o resultado, o corredor ecológico formado desde o bairro se integrando ao Parque Nacional do Iguaçu (PARNA Iguaçu), que é uma  Unidade de Conservação (UC) Federal de Proteção Integral e Patrimônio Mundial Natural.

Veja a evolução crescente da arborização desde 2012:

Para saber mais sobre as ações que estão sendo feitas no bairro, o Jornal da Cognópolis entrevistou representantes de 3 campi que estão envolvidos neste trabalho: Gelson Oliveira, da OIC, Cesar Cordioli, do Discernimentum e Roberto Leming, do CEAEC.

Imagem do Campus no início do reflorestamento. (Foto: Acervo CEAEC)

Entrevista com Roberto Leimig, que relata sobre a arborização no CEAEC

Jornal: Quando o CEAEC surgiu, foi necessária toda uma reestruturação do local. Conte um pouco como foi esse processo e a evolução do reflorestamento realizado. 

Roberto Leimig: Quando me mudei para Foz do Iguaçu, em 2001, procurei dar continuidade ao projeto de arborização. Em 2002 assumi a coordenação ambiental do campus, e fortalecemos ainda mais o projeto, realizando as arborizações das laterais do campus, do estacionamento, entre os prédios e laboratórios, em volta da casa do prof. Waldo Vieira, nas proximidades do Laboratório Acoplamentarium e nas margens do riacho Tamanduazinho.

Ainda em 2002, foi adquirido o 2º terreno do CEAEC, com extensão em torno dos 14 mil m2, também repleto de pasto para criação de cavalos. Somando-se as duas áreas, o CEAEC passou a ter 24.000 m2 . A partir de 2003 passamos a ter imagens de satélite para monitorar o crescimento da área verde do campus, e conseguimos registrar o aumento de 31 mil m2 para 105 mil m2 de área verde e reflorestada, isso representa que aumentamos em cerca de 3,5 vezes a área verde.

No último levantamento que realizei, em 2015, que está publicado na revista Conscientia, pudemos reconhecer 15 tipos distintos de diversidade no campus, sendo estas de 106 espécies de animais observados ou relatados; 19 espécies nativas ou exóticas, utilizadas no sombreamento e Arborização; 24 espécies nativas típicas de reflorestamento; 40 espécies nativas usadas tanto na arborização quanto no reflorestamento; 65 espécies frutíferas, nativas ou exóticas, mas com frutos comestíveis; 61 espécies que podem ser usadas para alimentação ou aplicações medicinais; 166 espécies, nativas ou exóticas, usadas para ornamentação; e fazemos o manejo de 18 espécies que são exóticas e cuja permanência não é recomendada no campus, sendo evitáveis; 7 espécies de plantas de habitats aquáticos e 57 espécies nativas da biodiversidade mais primitiva, incluindo aqui algas e fungos. O total de espécies levantadas foi de 528, na prática sabemos que tem bem mais, porém estamos investindo em mais pesquisas.

Jornal: Sabemos que o CEAEC tem uma equipe Ambiental formada por voluntários. Poderia nos dizer quando surgiu o primeiro grupo?

Roberto: Desde que cheguei aqui, 1998, já havia preocupação com o ambiental, tínhamos a liderança dos profs. Janer Vilaça, German Sterling, Wildenilson Sinhorini. Em 2001, assumi a coordenação do ambiental em seguida chegou a profa. Érica Monteiro, que posteriormente assumiu a coordenação, e permaneci na equipe desde essa época.

Vários outros voluntários também contribuíram para o estudo e enriquecimento da biodiversidade no campus, a exemplo do psicólogo e entomotaxonomista Roberto Rezende com o levantamento da fauna de borboletas (Lepidoptera), a bióloga Magali Ornellas com o levantamento botânico de angiospermas, as quais estão sendo depositadas em herbário, e o biólogo Rafael Franco, realizando o levantamento de avifauna do campus, ainda hoje temos a naturalista amadora Chris Farias que tem um rico levantamento da avifauna, não só do campus, mas de toda Cognópolis.

Também destaco a contribuição dos voluntários Cecília Ott, Francisco Cardoso e Marlene Koller e Leonardo Ribeiro, juntamente com o trabalho contínuo dos ex- funcionários Claudir Costa e Idário Corso, e funcionários atuais Leandro Dias e Antonio Celestino no enriquecimento da biodiversidade por meio da arborização, jardinagem, paisagismo e reflorestamento de todo o Campus CEAEC. Outras gestões se passaram e hoje contamos com a coordenação do prof. Fernando Sivelli e grande equipe de voluntários atuando nas diversas áreas ambientais e com o foco convergente na implementação do megaprojeto do Daedalus, um dos pedidos do prof. Waldo para enriquecer o CEAEC com atrativos relacionados à Natureza. A ideia principal é que seja o Laboratório Mentalsomático, que a pessoa estabeleça correlações do desafio do labirinto com os desafios evolutivos da própria vida, para que ela treine, por exemplo, perseverança, detalhismo, atenção concentrada entre outros atributos mentaissomáticos durante os experimentos no labirinto.

Jornal: Quais foram as ações que favoreceram o processo de reflorestamento?

Roberto: Cada fase do projeto variava muito o número de mudas plantadas. Nas áreas de reflorestamento cada etapa poderia consumir de 3 mil a 10 mil mudas. Nas áreas de reflorestamento e arborização, tivemos 3 projetos auxiliares, o projeto inicial onde cada voluntário adotava uma árvore, o Aura Forestalis, em que realizávamos cursos, atividades e recebíamos doações para o reforço no plantio de mudas, e o projeto Green Steps que envolvia a compensação de carbono com o reflorestamento. Ao todo estimamos ter plantado cerca de 20 mil mudas de árvores nativas, sem contar com as frutíferas e exóticas ornamentais.

Jornal: Já se conseguiu avaliar os ganhos em aspectos ambientais depois de todos esses anos?

Roberto: Além de toda a recuperação da flora realizada, cumprindo exigências de aspectos da legislação ambiental, temos um enriquecimento do ambiente, principalmente pela doação de fitoenergias. Lembrando que temos vários amparadores especializados no uso das energias imanentes aqui do campus. Além do aspecto botânico também destacaria o microclima de todo campus que mudou significativamente, hoje em dia andamos muito mais pela sombra do que em pleno sol. Além de tudo isso, tivemos um aumento significativo da fauna que mora ou visita o campus, pois temos muito mais abrigo e alimento a oferecer aos animais nativos da região. Temos tanta oferta de energias imanentes hoje que, se antes fazíamos atividades em todo o campus, durante cerca de 3 horas, hoje com 3 horas ficamos explorando apenas a primeira metade.

Jornal: Poderia falar um pouco sobre o projeto de preservação das nascentes?

Roberto: Um dos aspectos legais que priorizamos resolver com a aquisição do 2º terreno foi justamente a recuperação da nascente que ocorre nas proximidades da vizinha Villa Conscientia. A área inicialmente sofria impacto da pastagem de cavalos e búfalos do antigo proprietário. Hoje em dia, a temos reflorestada e recuperada a vazão regular de água. Além de estarmos em dia com a legislação, temos mais um ambiente rico em fito e hidroenergia apto a ser explorado em nossas pesquisas experimentais com as energias imanentes.

Jornal: Quando andamos pelo CEAEC vemos diversas plaquinhas indicando a fauna e a flora. Poderia falar sobre esse projeto?

Roberto: A identificação da biodiversidade foi um dos primeiros pedidos que o prof. Waldo Vieira me fez quando mudei para Foz do Iguaçu. Além de dar continuidade no reflorestamento era necessário realizar a identificação das espécies, tal qual ocorre em grandes centros de pesquisas internacionais, e apresentar detalhes e características que ajudassem a reconhecer as peculiaridades de cada espécie. Um dos principais objetivos disso é que as pessoas possam comparar a identidade consciencial de cada indivíduo, pré-humano, enquanto consciência em evolução, e registrar as semelhanças e diferenças entre uns e outros, em termos de bioenergias, afinidade, rapport, qualidades de doadoras, entre muitos outros aspectos a explorar na pesquisa experimental com a Evoluciologia.

Entrevista com Cesar Cordioli, que relata sobre a arborização no DISCERNIMENTUM

Entrada do Discernimentum. (Foto: Leonardo Ribeiro)

Jornal: Conte um pouco sobre como foi o contexto da criação do Campus Discernimentum.

César Cordioli: Em 2005, quando a UNICIN, AIEC e outras Instituições Conscienciocêntricas (ICs) foram criadas, estávamos em processo de franca expansão. O João Aurélio Bonassi era o coordenador da UNICIN e identificou a necessidade de criar uma estrutura para trazer as ICs para a região da Cognópolis. Basicamente, elas estavam no Foz Executive Center, que era no centro de Foz do Iguaçu e aqui estava o CEAEC. Então, na época, UNICIN e AIEC elaboraram um projeto, inicialmente chamado Conscienciocenter, cuja ideia era dividir o terreno em três partes: comercial, ICs e moradias.

Foi negociado um terreno com promessa de compra onde hoje está o condomínio Rose Garden, área em que se encontra atualmente a OIC. Porém, ainda não havia recursos, por isso, foi feito um lançamento público para vendas de lotes. A expectativa era vender 20, 30, mas ao final de alguns dias foram mais de 90. Isso mostrou que o terreno inicial já nascia pequeno, então, fomos atrás de outros espaços e o projeto começou a ampliar. A solução encontrada na época foi fazer do Villa Conscientia – Asa Norte um condomínio para abarcar as iniciativas de moradia e, com os recursos, adquirir um terreno maior. Na prática, então, passamos o terreno para a OIC a preço de custo e a UNICIN comprou os Villa Conscientia -Asa Norte e Sul. Após algum tempo, a UNICIN passou para a AIEC a administração dos condomínios e do terreno. 

Jornal: Como era o Discernimentum, à época, e fale um pouco sobre o processo de estruturação?

César: na época era um espaço de eventos tradicional em Foz, basicamente uma churrascaria, a Cabeça de Boi Campestre, do Franz Kolemberg que era dono praticamente da quadra inteira. Era um restaurante muito antigo, centro de referência, em que se faziam muitos eventos e as famílias vinham passar o dia. Havia um haras, um grande galpão de madeira à céu aberto e o pessoal assava costela de chão. Quando adquirimos o terreno, começamos angariar os recursos do Villa Conscientia – Asa Norte para fazer a reforma. Fechamos os espaços seguindo uma orientação do professor Waldo de aproveitar ao máximo a estrutura original e não destruir nada, construímos as salas comerciais e o pessoal começou a ocupar.

Jornal: Quais foram os projetos para a melhoria da flora e fauna do Campus? Quais foram as ações que favoreceram o processo de reflorestamento?

César: Na questão de área verde, basicamente é o que tem hoje, com uma maior recuperação ambiental ao longo dos anos devido às nossas práticas de cuidado e preservação. Também foram realizados alguns projetos importantes. Recentemente plantamos 1.270 árvores, com investimento de cerca de 60.000 para recuperar toda a área de preservação permanente (APP) tanto do rio Tamanduazinho lá embaixo quanto do seu afluente. O projeto foi encabeçado pela AIEC e era uma pendência que já existia, pois é exigência dos órgãos ambientais que esse tipo de recuperação, já que a flora nativa das APPs contribuem para uma vida saudável do rio e das espécies ao redor. Assim, em 2023 empreendemos o projeto e contratamos uma empresa que já nos presta assessoria e é bem conhecida em Foz do Iguaçu. Eles fizeram o projeto, que foi aprovado pelos órgãos ambientais, documentado e nós adquirimos e plantamos as mudas conforme foi especificado. Temos que plantar espécies nativas, criando uma mescla entre árvores frutíferas e não frutíferas que estejam adequadas ao solo, pois é uma área mais alagadiça. 

Jornal: Já se conseguiu avaliar os ganhos em aspectos ambientais depois de todos esses anos?

César: No sentido de preservar a mata nativa, pois nós roçamos mais as áreas comuns e deixamos as áreas preservadas livres para crescer e se desenvolver. Também na preservação da APP próxima ao rio Tamanduazinho, garantindo uma vida saudável ao redor, e no cuidado com as áreas comuns, pois as energias imanentes são fundamentais para nosso trabalho no campus.

A Trilha Via Florestalis, na área arborizada do Pólo Discernimentum, propicia caminhada e interação com a natureza. (Foto: Acervo Discernimentum)

Entrevista com Gelson Oliveira, que relata sobre a arborização na OIC

Jornal: Quando surgiu a ideia de criar um planejamento de reflorestamento no Campus OIC?

Gelson Oliveira: No início de 2023, os voluntários se reuniram para atualização do Plano Diretor do Campus da OIC. Durante vários encontros de parassensoriamentos energéticos junto aos amparadores, os quais serviram de inspiração, e de reuniões para a realização de debates, foi decidida a criação de laboratórios físicos, temáticos ao ar livre, bem como o reflorestamento de algumas áreas em torno dos laboratórios e próximas aos condomínios que cercam a área do campus, dentre outros projetos.

Jornal: O que o projeto contempla?

Gelson: Primeiramente foram colhidas amostras de solo para a realização de testes de verificação da qualidade do solo. Depois foram realizadas as correções necessárias, com aplicação de calcário, fósforos e húmus, principalmente nas áreas em torno do prédio e da entrada da OIC. Na sequência, foi realizada a poda e avaliação das árvores já plantadas, com reposição das que estavam em estado muito degradado. O próximo passo inclui a seleção de espécies para a recuperação de áreas de mata já presentes no campus, incluindo árvores frutíferas, além das ornamentais, fundamentadas em plano de manejo, sob supervisão de especialista técnico.

Jornal: Quanto ao espaço que será reflorestado, será uma área de preservação permanente?

Gelson: Não. A ideia central é expandir áreas verdes pré-existentes no campus, mas que não configuram APP. Estamos em fase de planejamento junto ao biólogo contratado.

Jornal: Existe um setor específico para essa finalidade? Como está organizada a equipe?

Gelson: Foi criada uma comissão do Campus para coordenar esta implementação do plano diretor. Temos equipes cuidando do reflorestamento, jardins, laboratórios, gestão de recursos hídricos, e do projeto de residências para voluntários. Como a formação de nossos voluntários não têm especialização na área ambiental, recebemos o apoio dos voluntários da área do meio ambiente do CEAEC, dentre os quais destacamos biólogos, agrônomos e técnicos da área.

Jornal: Quais ações estão sendo desenvolvidas e implementadas para materializar o projeto?

Gelson: A primeira ação foi referente à recuperação do solo e das árvores já plantadas. A segunda foi a implementação das ruas de acesso ao zoneamento dos laboratórios, marco central, área de jardins temáticos, florestas e bosques, bem como a estrada de segurança ao redor do campus. No momento, estamos em fase de estudo dos tipos de vegetações adequadas para as áreas já definidas no projeto de reflorestamento. Em fase posterior, será analisada a questão da água no campus, tanto em relação à captação da chuva, quanto à instalação de poços artesianos e circulação dessa água no campus. 

Jornal: Quais ganhos ambientais se espera em alguns anos?

Gelson: Além da recuperação e aumento da área verde, tão necessária para a energia imanente utilizada na assistência realizada na OIC, nosso propósito é criar um ambiente onde as pessoas possam circular no campus e sentirem-se em estado de imersão proporcionadora de autocura, junto aos amparadores. Temos como premissa o respeito a todos os princípios conscienciais, portanto, o projeto visa não somente a questão da preservação de árvores, mas também de todos os habitantes das áreas do campus, como os animais que lá circulam e têm suas moradias e sua subsistência dentro desse ambiente.

Para saber mais acesse:
Autoras: Cristina Bornia e Yana Fortuna
Foto e vídeo: Acervo CEAEC, OIC, Discernimentum e Leonardo Ribeiro
Expediente: Edição 256 - Março e abril de 2024
Coordenação compartilhada: Leonardo Ribeiro e Yana Fortuna
Jornalista responsável: Amaury Pontieri – MTB nº 23.154-SP
Editora: Yana Fortuna
Redatores de conteúdo: Cristina Bornia, Leonardo Ribeiro, Sónia Luginger e Yana Fortuna
Revisor de conteúdo: Luiz Antonio de Oliveira
Revisor ortográfico: Maria Koltum
Revisor do Inglês: Sergio Fernandes
Edição de vídeo: Eduardo Catalano
Web designer: Leonardo Ribeiro
Marketing Digital: Leonardo Ribeiro e Yana Fortuna
Conformidade com a política editorial (Conselho Editorial): Amaury Pontieri, Denise Paro e Pedro Mena Gomes
Endereço: Av. Felipe Wandscheer, 6200 - Cognópolis Foz do Iguaçu - PR - Brasil
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