No dia 11 de dezembro de 2024, a autora Ivone Cubarenco, doou os livros Fobiologia (2024) e Maniologia (2024), publicado com o apoio do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC), e contendo listagem de 1.000 termos, classificados em ordem alfabética.
O livro Fobiologia aborda a ciência que estuda as fobias ou medos excessivos. A fobia geralmente é definida pela aversão ou medo mórbido, irracional, desproporcional e repugnante, estado de angústia impossível de ser dominado, traduzido por violenta reação de aviltamento, sobrevindo de modo relativamente persistente quando certos objetos ou tipos de situações se fazem presentes, imaginados ou mencionados.
Neste livro o autor encontrará contrapontos entre escala Nosográfica e escala Homeostática e indicações de filmes e séries pertinentes ao tema.
O segundo livro, Maniologia, versa sobre a ciência que estuda as manias ou comportamentos repetitivos. Discute o estudo dos hábitos extravagantes, acompanhados de hiperatividade psíquica, prática repetitiva de algum ato, uma excentricidade ou esquisitice, compulsão ou distúrbio mental quando apresenta comportamento violento.
Já neste livro a autora sugere 4 peças de teatro e 7 filmes ao leitor e pontua 300 motivos causadores de manias. Segue 11 itens desta lista:
- A amoralidade.
- A ansiedade.
- A autocorrupção.
- A bebida excessiva.
- A defesa do ego.
- A dispersão.
- A ideia-fixa.
- O esporte radical.
- O pequeno furto.
- O tabagismo.
- O uso excessivo do celular.

Sobre a autora

Ivone Cubarenco nasceu em São Paulo, é graduada em Psicologia e Pedagogia. Voluntária ativa em Instituições Conscienciocêntricas. Mora atualmente em Foz do Iguaçu, PR. Autora de relatos, artigos, verbetes, e livros.
Bastidores intra e extrafísicos da escrita do livro, nas palavras da autora.
Tudo começou quando Waldo Vieira estava compondo a Enciclopédia da Conscienciologia e precisava de material para as seções Fobiologia e Maniologia. Ele me pediu duas grandes listagens: de manias e fobias, e suas respectivas referências. Saí rastreando em todos os dicionários, nos léxicos do Holociclo, na internet, em livros; tudo que eu encontrava, eu verificava. No início, eu não sabia pesquisar, mas fui aprendendo aos poucos através das diferentes especialidades. A internet ajudava muito a encontrar os nomes das diferentes nosologias de fobias e manias, assim como suas respectivas definições. Dessa forma, fui compondo grandes listagens.
Depois de pronto e entregue, ele sugeriu que eu organizasse os livros de pesquisa, e aproveitei para fazer um histórico desses dois temas. Este material está contemplado na BEE da terceira bibliografia da Enciclopédia da Conscienciologia e será incluído no final dos volumes como referências.
Um caso interessante de parapercepção e clarividência ocorreu no período enquanto eu estudava esses dois temas. Extrafisicamente, eu via consciexes que ficavam nos cantos da casa, encolhidas, com medo. Onde eu ia, eu as via. Não tinha medo, mas sentia que o holopensene era de conscientização. Por isso, fiz um contraponto homeostático evolutivo.
O objetivo de estudar as fobias e manias foi de buscar equilíbrio consciencial, a homeostase holossomática, pois, admitir ter esses comportamentos, livrando-nos das repercussões que essas patologias nos causam, seja por terapias convencionais, pela dessensibilização ou consciencioterapias, através da conscientização e discernimento, é o primeiro passo para a cura.
Trocar traços fardos por posicionamentos sadios e homeostáticos é o caminho para desenvolver traços de força e alcançar autossuperações.
Ivone Cubarenco
Autora: Cristina Bornia
Colaboração: Ivone Cubarenco
Foto e vídeo: acervo Ivone Cubarenco e Michely Ribeiro
Expediente: Edição 261 - Janeiro e Fevereiro de 2025
Jornalista responsável: Amaury Pontieri – MTB nº 23.154-SP
Coordenação: Leonardo Ribeiro
Editora: Cristina Bornia
Redatores de conteúdo: Cecilia Roma, Cristina Bornia, Sónia Luginger e Leonardo Ribeiro
Revisor de conteúdo: Luiz Antonio de Oliveira
Revisor ortográfico: Maria Koltum
Web designer: Leonardo Ribeiro
Conformidade com a política editorial (Conselho Editorial): Amaury Pontieri e Denise Paro
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