A obra aborda assuntos diversos sobre a vida humana e o Universo sob a ótica da Conscienciologia. Cesar Cordioli inspira-se na aparente contradição gerada pela ideia da verdade relativa de ponta (verpon) e o absolutismo de afirmações tais como: jamais, nada, não é possível, não existe, não há ou nunca dentre outros, em relação ao estudo da consciência. Para isto emprega o recurso da negassertiva. A negassertiva é utilizada pela consciência ressomada para tentar compreender a complexidade encontrada ante a nova situação de restringimento de faculdades de memória e de conhecimentos anteriores à ressoma atual.
Inexistências Evolutivas propõe ao leitor, Conscienciólogo ou novato, numerosas negassertivas, mais de 300, sobre assuntos complexos como a Cosmoética, o Princípio da Descrença, o Taquipsiquismo, o Subcérebro e outros tantos temas próprios da Conscienciologia, os quais com certeza gerarão acalorados debates dentre os interessados. Cordioli preserva o legado do Professor Waldo Vieira e amplia a visão de cada um dos neologismos a partir de uma perspectiva diferente.
Nas palavras de Cesar Cordioli:
“A elaboração das inexistências é ínsita à tarefa do esclarecimento. Na tares, o que não presta, não presta mesmo, ou seja, não inclui meias verdades. Desse modo, este livro prima pelos autoposicionamentos cosmoéticos.”
Sobre o autor

Nascido em 06 de outubro de 1972, em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, Cesar Cordioli é empresário e advogado, formado em Administração de Empresas pela ESAG/ UDESC, Engenharia de Produção Mecânica pela UFSC, bacharel em Direito pela UNISUL e mestre em Direito Constitucional pela UNISUL. É voluntário da Conscienciologia desde fevereiro de 1988, docente de Conscienciologia desde maio de 1994 e tenepessista desde junho de 2005. Participou da criação de diversas Instituições Conscienciocêntricas (ICs), destacando-se a Associação Internacional para Expansão da Conscienciologia (AIEC), onde exerce o cargo de presidente desde abril de 2005.
Bastidores intra e extrafísico da escrita do livro nas palavras do autor:
“Comecei a pesquisa agrupando as frases com as expressões, nunca, jamais, não existe, pois a contundência das negativas me chamava a atenção. Durante a pesquisa, eu tinha dúvidas quanto a quão relevante era o tema, mas um fato curioso me ajudou a clarear o valor do tema: o professor Waldo apresentou o verbete Inexistência. Considero a obra um desafio mentalsomático, para provocar o leitor a refletir e se questionar sobre as verdades pessoais e científicas, favorecendo as reciclagens da autopensenidade e a ampliação da autocognição. Concluída a primeira versão, chegou a hora da revisão de conteúdo, pois um receio era publicar uma inexistência falsa, devido às aproximações entre o incomum, o raro e o inexistente. De fato, algumas inexistências não se sustentaram, sendo excluídas nessa fase. Ao buscar o prefaciador da obra, o nome do prof. Laurentino Afonso surgiu e fez muito sentido, devido à aproximação entre o tema e os escritos filosóficos do presente e do passado. Felizmente ele aceitou e trouxe ainda mais ideias para reflexão do leitor, elevando a qualidade da obra.”
Para saber mais acesse:
Autora: Cecília Roma
Acompanhamento: Cristina Bornia
Foto e vídeo: acervo Epígrafe
Expediente: Edição 268 - Março e Abril 2026
Jornalista responsável: Amaury Pontieri – MTB nº 23.154-SP
Coordenação: Leonardo Ribeiro
Secretária e Editora: Cristina Bornia
Redatores de conteúdo: Cecilia Roma, Cristina Bornia, Sónia Luginger e Leonardo Ribeiro
Revisor de conteúdo: Luiz Antonio de Oliveira
Revisor ortográfico: Maria Koltum
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Conformidade com a política editorial (Conselho Editorial): Amaury Pontieri e Denise Paro
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