História do Parapsiquismo é um tratado sobre a história da evolução humana e da multidimensionalidade. Detalhado e pormenorizado, relata as ações das sociedades mais primitivas até aos dias de hoje, descrevendo personalidades, religiões e movimentos sociais. A gescon, além de ser uma obra-prima, demonstra a habilidade grafopensênica de aglutinação, organização e observação do autor. Para quem tem interesse no tema é uma obra essencial.

O autor João Ricardo Schneider (1983 – 2020) foi engenheiro civil, empresário, professor e escritor.
João Ricardo Schneider, deixou sua história pessoal escrita nas entrelinhas da sua obra. Com a dessoma do autor, seu irmão, Leonardo Schneider, assumiu a continuidade da divulgação da obra e do legado do irmão na divulgação da Gescon. O trabalho assistencial de um livro é um trabalho contínuo. Para que cumpra sua função é necessário que se torne conhecido, daí a maratona de promoção através de eventos, palestras e cursos, estabelecendo as interligações conscienciais assistenciais.
Sobre o entrevistado

Leonardo Schneider é formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estruturas de Concreto e possui especialização em Educação.
Leonardo Schneider concedeu entrevista ao Jornal da Cognópolis relatando sua experiência na divulgação do Livro
Sónia: Como tem sido a experiência de viajar pelo mundo fazendo masterclass sobre esse tratado?
Leonardo: Tem sido riquíssima. Em todas as partes do mundo, percebo que esse tema desperta interesse nos mais variados públicos. Falar sobre a história do parapsiquismo é, antes de mais nada, falar da nossa própria história multiexistencial. Muitas pessoas conseguem, ao ler o livro, encontrar pistas sobre o seu passado e compreender melhor suas afinidades, traços e padrões pessoais.
Sónia: Em relação aos alunos que têm frequentado a masterclass, qual a recepção mais insólita ou que mais o tenha marcado?
Leonardo: O que mais me chama atenção nas aulas é como os conteúdos específicos reverberam de forma única em cada aluno. Alguns demonstram afinidade imediata com certos grupos históricos e rejeição a outros, o que diz muito sobre a bagagem de cada um. Já tive alunos que relataram sentir cheiros ou sabores específicos ao estudarem determinados capítulos, demonstrando a profundidade da autopesquisa e o nível de evocação que a obra pode proporcionar.
Sónia: Sobre a História do Parapsiquismo, qual é a melhor forma de estudá-lo?
Leonardo: Não existe uma fórmula única. Ele foi estruturado em ordem cronológica e pode ser lido de capa a capa. Outra estratégia válida é começar pelos capítulos que despertam maior interesse ou repercussão pessoal. O mais importante é aproveitar cada leitura com calma e estar atento às parapercepções e sinais que surgem. A obra é um convite à autopesquisa retrocognitiva e uma oportunidade de revisitar grupos dos quais possivelmente fizemos parte no passado.
Sónia: História do Parapsiquismo fala de várias civilizações e épocas da história humana. Das pessoas que o abordam para falar do livro, aos alunos da sua masterclass, qual é a civilização/época com a qual elas mais se identificam?
Leonardo: Essa é uma questão bastante relativa e depende do histórico multiexistencial de cada consciência. Não há um grupo ou época que seja unânime ou prevaleça. Cada leitor tende a se conectar de forma mais intensa com certas civilizações, seja por afinidade ou por conflitos ainda não resolvidos. O importante é observar essas reações e usá-las como ponto de partida para aprofundar a autopesquisa.
Sónia: Nas suas experiências extrafísicas e parapsíquicas, já lhe aconteceu de interagir com alguma consciex que tenha relatado ter sido assistida pelo processo desencadeado pela leitura do livro?
Leonardo: Sim, isso acontece com frequência. Tanto durante as leituras quanto nas aulas, é comum observar manifestações extrafísicas relacionadas aos conteúdos estudados. A evocação gerada por determinados capítulos cria um ambiente propício para o trabalho dos amparadores e, muitas vezes, propicia que consciexes se aproximem para receber assistência a partir da mobilização energética e do campo instalado.
Sónia: Podemos saber qual é o capítulo do livro que mais impactou e por quê?
Leonardo: É muito difícil escolher apenas um capítulo. Tenho afinidade com a maioria dos grupos descritos e cada qual me trouxe repercussões e reflexões distintas. O mais marcante para mim é perceber como a trajetória desses grupos pode nos inspirar a agir diferente no presente. Hoje temos condições de errar menos, acertar mais, utilizar o parapsiquismo de maneira mais cosmoética e, sobretudo, sermos mais interassistenciais.
Sónia: Para quem ainda não leu o livro, o que você diria para incentivar à leitura?
Leonardo: A História do Parapsiquismo apresenta panorama dos fenômenos parapsíquicos, abordando diversas sociedades nas quais houve registro de manifestações paraperceptivas ou ocorrências ‘incompreendidas’ do ponto de vista da ciência convencional. A análise histórica tem início nas Sociedades Tribais e culmina na Conscienciologia, neociência surgida no século XX a partir do pesquisador Waldo Vieira. Esta é uma obra indispensável aos pesquisadores interessados no aprofundamento dos estudos sobre Parapsiquismo, Parafenômenos, Espiritualidade, Mediunidade, História, Sociologia, Antropologia e áreas afins. Este é o livro mais abrangente já publicado sobre o tema, resultado de 15 anos de pesquisa aprofundada e dedicação do autor, João Ricardo Schneider.
O Jornal da Cognópolis agradece a disponibilidade do entrevistado e parabeniza-o pelo exemplarismo de continuar o trabalho assistencial com o legado do autor.





