A obra Fundamentos da Para-Historiografologia, escrito por Milena Mascarenhas, traz uma exposição didática e sistematizada, e um crescendo entre o estudo das consciências ao longo do tempo no campo da ciência convencional, até a proposição da História Multidimensional, bem como as formas de utilizá-la na autopesquisa.
A Para-Historiografologia, é a ciência pautada no paradigma consciencial aplicada ao estudo dos registros multidimensionais, levando em conta aspectos intrafísicos, extrafísicos e multiexistenciais das consciências. A obra procura, através de abordagem integral da realidade, compreender os fenômenos conscienciais ocorridos ao longo do tempo, além de organizar as bases da especialidade, que inicialmente era denominada Para-História.
Foi apresentada ao público em 10 de dezembro de 2022 durante o Círculo Mentalsomático, com sessão de autógrafo seguida de talk show no Pátio Pomare. Teve ainda uma live pela Editora Editares no dia 14 de Janeiro de 2023.
Sobre a autora de Milena Mascarenhas:

Nascida em 24 de junho de 1982 em Porto Alegre (RS) – Brasil, Milena Costa Mascarenhas é Historiadora e doutora em Sociedade, Cultura e Fronteiras. Autora do livro História da Ponte Internacional da Amizade: representações de um espaço binacional (2021). Organizadora e coautora dos livros Memória dos Lugares (2022) e Projeto de Vida para Jovens (2015). Coautora dos livros Homo lexicographus: A Saga Intelectual de Émile Littré na Escrita do Dicionário da Língua Francesa (2017) e Diretrizes da Autogestão Existencial (2019).
É também autora de artigos e Verbetes da Enciclopédia da Conscienciologia. Voluntária da Conscienciologia desde 2003, docente desde 2005 e tenepessista desde 2011. Atualmente é voluntária na Holoteca do CEAEC e na CONSECUTIVUS, e pesquisadora da especialidade Para-Historiografologia desde 2006.
Confira entrevista falando dos bastidores da obra ao Jornal da Cognópolis:
Jornal: Qual foi a motivação para a escrita da obra? Por que a escolha deste tema para publicação de um livro?
Milena: Este livro é o resultado do trabalho que venho desenvolvendo desde 2006, quando decidi me dedicar ao estudo da Para-História. Foram mais de 50 atividades realizadas, cujo foco era o desenvolvimento da especialidade. Para um pesquisador, sobretudo um intermissivista, é natural que o próximo passo seja apresentar os resultados de seus esforços em uma obra onde possa compartilhar suas ideias, reflexões e aprendizados sobre o tema.
Jornal: Quais foram as principais percepções, intra e extrafísicas, durante a pesquisa e a escrita da obra e após o lançamento?
Milena: As principais percepções foram, primeiro, relativas à presença extrafísica de consciexes interessadas na pesquisa e escrita. Minha hipótese está relacionada à equipex de para-historiadores, pois percebi durante esse processo muito amparo e inspirações provenientes destes grupos intelectuais.
Em segundo lugar, foi relacionado à frequente descoincidência holossomática durante o processo da escrita, sendo esse fenômeno um catalisador para captação de ideias e troca de informações com as consciências extrafísicas interessadas no assunto em questão.
Posteriormente ao lançamento, a minha percepção foi de gratidão da equipe extrafísica que estava interessada na obra, especialmente no quesito de acesso às consciências relacionadas à Historiografia, agora, predispostas a compreensão da multidimensionalidade.
Jornal: Qual foi o maior aprendizado com a escrita desta obra?
Milena: Um dos maiores aprendizados está no reconhecimento de trafores associados aos desafios da escrita conscienciológica, especialmente na abordagem de temas tão complexos, a exemplo da Para-Historiografologia. O meu livro é a maneira de retribuir tudo o que aprendi com a Conscienciologia e o trabalho voluntário que venho realizando na CCCI há duas décadas.
Jornal: O que poderia dizer como incentivo para que mais pesquisadores invistam na publicação de obras conscienciológicas?
Milena: É fundamental que todos comecem a escrever o quanto antes e confiem na bagagem que já possuem. Há uma série de recursos disponíveis para aprimorar a escrita, desde as estruturas físicas disponíveis na Cognópolis, como a Holoteca e o Holociclo, até as ICs amparadoras das obras conscienciológicas: a Uniescon e a Editares. O processo de escrita em si e a interação com todas essas instâncias proporcionam um aprendizado inestimável e uma maior compreensão de si mesmo. É uma oportunidade única que temos nesta vida e que deve ser aproveitada ao máximo. Então, não percam tempo e comecem agora mesmo!




Organizadora: Sónia Luginger
Entrevistada: Milena Mascarenhas
Foto e vídeo: acervo Editares e Milena Mascarenhas
Expediente: Edição 257 - Maio e Junho de 2024
Coordenação: Leonardo Ribeiro
Jornalista responsável: Amaury Pontieri – MTB nº 23.154-SP
Editora: Cristina Bornia
Redatores de conteúdo: Cristina Bornia, Sónia Luginger e Leonardo Ribeiro
Revisor de conteúdo: Luiz Antonio de Oliveira
Revisor ortográfico: Maria Koltum
Revisor do Inglês: Sergio Fernandes
Edição de vídeo: Eduardo Catalano
Web designer: Leonardo Ribeiro
Marketing Digital: Leonardo Ribeiro
Conformidade com a política editorial (Conselho Editorial): Amaury Pontieri, Denise Paro e Pedro Mena Gomes
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