Dinâmica Interassistencial de Paracirurgia completa uma década e meia

Histórico da interassistência multidimensional da cirurgia invisível que deu origem à Ectolab

Implantada em 2006, a Dinâmica Interassistencial de Paracirurgia (DIP) completou uma década e meia (2006-2021) de trabalhos bioenergéticos assistenciais. Funcionava às sextas-feiras, no horário das 19h30 às 21h30, no Salão das Dinâmicas do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC), sob a coordenação do professor e epicon Hernande Leite, inicialmente com o nome de Dinâmica Interassistencial Holossomática (DIH).

Foto: ectolab.org

Desde o 1º dia de atividades foram incluídas, ao modo de relatórios, pesquisas das parapercepções dos participantes. Esses materiais coletados e analisados semanalmente, formaram significativo bancos de dados, após 40 semanas, foi possível  a identificação do materpensene da atividade assistencial: a paracirurgia ou cirurgia invisível, passando a se chamar, a partir daí, Dinâmica Interassistencial de Paracirurgia (DIP).

A Paracirurgia é subespecialidade da Consciencioterapia, que se dedica aos estudos, pesquisas e teáticas das intervenções paracirúrgicas, ou seja, aquelas que vão além dos recursos intrafísicos, valendo-se do parapsiquismo e das bioenergias.

Hernande Leite, epicentro na implantação dessa dinâmica, conta o passo a passo que o inspirou no desenvolvimento dessa atividade:

“Em julho de 1995, em Salvador, tive uma experiência projetiva em que eu participava de um contexto de cirurgia espiritual em ambulatório extrafísico. A equipe que trabalhava era do Templo Espírita Tupyara, no Rio de Janeiro.
A pessoa que estava sendo submetida à paracirurgia, inclusive, era uma pessoa conhecida, mãe de um colega nosso de Recife.
Nessa projeção a equipe informou que eu iria trabalhar com isso no futuro e que minha equipe seria outra porque as técnicas seriam diferentes.

Em 2005, 10 anos depois, quando eu atuava na administração do CEAEC, tive a orientação dos amparadores, no curso ECP2, para fazer um curso envolvendo a questão do campo energético, sendo criado nesta época o Curso Campo Assistencial Holossomático.
Mais tarde tive outra projeção em que a equipe extrafísica pediu para transformar o curso em uma atividade semanal, ao modo das Dinâmicas Parapsíquicas existentes no campus CEAEC.

Em 14 de julho de 2006 iniciamos a Dinâmica Interassistencial Holossomática e depois de um ano de pesquisa, descobrimos que o materpensene era a paracirurgia. Então passou a se chamar Dinâmica Interassistencial de Paracirurgia.”

Hernande Leite

Em 2008, com equipe permanente de mais de 10 voluntários, foi lançada uma proposta de trabalho chamada de Rede Interassistencial de Cirurgia Invisível à Distância, integrando os tenepessistas veteranos de qualquer localidade no planeta, à dinâmica. Esse trabalho contou com o apoio de diversos voluntários tenepessistas que passaram a integrar a DIP, mesmo à distância, e mais tarde passou a ser denominado de Rede Interassistencial de Paracirurgia, ampliando o processo assistencial visando atender às inúmeras solicitações de paracirurgia, em âmbito nacional e internacional.

Após os resultados de algumas pesquisas exploratórias e da publicação de 4 verbetes relacionados ao tema Paracirurgia, o professor Waldo Vieira sugeriu a criação de uma instituição especializada em ectoplasmia e paracirurgia. Assim, em 14 de julho de 2013, foi fundada a Associação Internacional de Pesquisa Laboratorial em Ectoplasmia e Paracirurgia (ECTOLAB), instituição não governamental, universalista, sem fins lucrativos dedicada à reeducação em Parapesquisologia Interassistencial e à pesquisa em Ectoplasmia e Paracirurgia.

https://www.youtube.com/watch?v=hDD2DAqRMGc
https://www.youtube.com/watch?v=R1Q68a_nMiM

Em 2011 a DIP foi transferida do CEAEC para o Salão de Eventos da Organização Internacional de Consciencioterapia (OIC). Mais tarde, em 2016, passou a ser realizada no Salão de Eventos do Polo Conscienciocêntrico Discernimentum, sendo a primeira dinâmica semanal a ser realizada neste local. No mesmo ano as atividades da dinâmica foram expandidas para Curitiba e São Paulo, também às sextas-feira, no mesmo horário praticado em Foz do Iguaçu. Em 2018, foi realizada também em Chapecó-SC, durante o Encontro de Voluntários da Ectolab.

Em 2016, por ocasião das comemorações da 1ª Década, em que a atividade assistencial foi realizada no Hotel Mabu Interludium Iguassu Convention, contou com a presença de 92 participantes. Durante a semana comemorativa da década inicial, foram apresentados e debatidos temas relacionados ao materpensene da DIP, em tertúlia presencial e, posteriormente publicados na Enciclopédia da Conscienciologia.

Dentre os principais objetivos dessa atividade interassistencial, destaca-se: a criação de ambiente otimizado para a doação de ectoplasma pelos voluntários participantes, para a realização de paracirurgias; o incentivo à autocrítica paraperceptiva e à autopesquisa  do participante por meio dos registros realizados durante os experimentos e posterior debate; a contribuição das auto e heteropesquisas para o desenvolvimento de metodologias específicas nas especialidades Ectoplasmologia e Paracirurgia.

“Essa dinâmica é ao mesmo tempo a aplicação da teoria e da prática bioenergética em prol da interassistência, pois essa atividade é um laboratório de aprendizagem e qualificação ao assistente iniciante, contribuindo para a prestação de um trabalho voluntário de excelência sob a orientação de amparadores técnicos em paracirurgia.

É assim que eu vejo e entendo a minha experiência, na função de co-participante e aprendiz. Exerci vários papéis na equipe, sempre em sinergismo com a equipe extrafísica, especialistas em ectoplasmia e paracirúrgica. Gratidão eterna às equipes intra e extrafísicas de amparadores da DIP.”

Elizabeth Rodrigues (voluntariou durante 13 anos na equipe de monitores)

A DIP é realizada a partir de campos energéticos dirigidos por um ou mais epicentros conscienciais, sob a orientação de equipe extrafísica (equipex) especializada. Cada encontro conta com equipe intrafísica presencial e a equipe intrafísica à distância, na condição de doadores de ectoplasmia ou paracirurgiões efetivos.

É uma dinâmica parapsíquica aberta, ou seja, permite visitação de pessoas que queiram conhecer e participar dos trabalhos, mediante agendamento. O pré-requisito mínimo para conhecer ou integrar a equipe da DIP é ter conhecimentos básicos sobre Conscienciologia, ou seja, ter participado de cursos de entrada.

“A Dinâmica Interassistencial de Paracirurgia (DIP) é escola de prática energética e parapsíquica grupal, semanal, tendo por base a ectoplasmia.

Estive lá desde no início (2006), onde tive a grata oportunidade de aprender sobre assistência e também atuar nas pesquisas não indutivas, realizadas desde o primeiro dia de prática, sob a coordenação do professor e epicon Hernande Leite.

Acompanhei de perto, junto ao grupo, os levantamentos de dados e as análises dos relatórios das parapercepções em mais de 300 campos da DIP. Esse trabalho possibilitou a consolidação da Metodologia de Pesquisa em Ectoplasmia e Paracirurgia embasado no paradigma consciencial.

Muitos desses achados pesquisísticos estimularam a continuidade das tarefas assistenciais em andamento e à produção tarística (tarefa do esclarecimento), a exemplo de cursos, artigos e verbetes e a materialização da obra Ectoplasma: panorama contemporâneo das pesquisas em ectoplasmia (2019), a qual hoje é referencial para outros pesquisadores.

A partir da DIP foi fundada a Associação Internacional em Ectoplasmia e Paracirurgia (ECTOLAB), em 2013, alicerçado nas práticas ectoplasmoterápicas e nos cursos teáticos, a exemplo do Imersão em Ectoplasmia, onde o participante pode exercitar os 4 veículos de manifestação da consciência, servindo como qualificador e amplificador da autolucidez multidimensional.

Os 15 anos da DIP é marco relevante para a História da Pesquisa e da Prática do exercício teático de minipeça do Maximecanismo Multidimensional Interassistencial.

Parabéns à equipe da DIP.”

Neida Cardozo

O que é Paracirurgia e como fazer a solicitação?

A paracirurgia é a intervenção energética intensa e indolor, de caráter paraterapêutico, que acontece a partir da doação de  bioenergias pela equipe e participantes, especificamente o ectoplasma, aplicada às consciências intrafísicas e extrafísicas, visando realizar desbloqueios energéticos profundos a nível psicossomáticos (corpo astral),  pararreparações parafisiológicas ou adequar a paragenética às exigências da programação existencial na próxima existência intrafísica. 

O termo ectoplasma é usado para definir a substância semifísica, proveniente de exteriorização bioenergética mais densa, direcionada pela vontade da pessoa ectoplasta e pela equipe extrafísica técnica. A palavra foi criada em 1894, pelo nobelista Charles Richet (1850–1935), para explicar o  fenômeno parapsíquico da ectoplasmia.

https://www.youtube.com/watch?v=AJND9fy5Mm4

Alguns dos benefícios da paracirurgia é a recuperação parcial ou total de doenças; a melhora parcial da função orgânica ou do sistema afetado reduzindo o curso natural da doença; o restabelecimento do bem-estar e da saúde e prestar auxílio energético nos casos de comprometimento irreversível da saúde. 

Qualquer pessoa pode solicitar paracirurgia, entretanto, na impossibilidade da pessoa que será assistida realizar o seu pedido, pais ou responsáveis podem realizar a solicitação e orientar o(a) assistido(a) quanto ao preparo, sugerido no próprio site da instituição, após a leitura das Orientações de Preparo e preenchimento do formulário para solicitação de paracirurgia.

Para solicitação de paracirurgia e instruções de como se preparar para a atividade, acesse:

Explicações para o preparo com a professora Neida Cardozo:

Para saber mais acesse:
Autor: Ana Paula do Prado e Cristina Bornia
Foto e vídeo: Acervo da ECTOLAB
Expediente: Edição 240 - Setembro de 2021

Editora: Nerli Vieira
Redatores de conteúdo: Cris Alves, Cristina Bornia, Nerli Vieira e Yana Fortuna
Revisor de conteúdo: Luiz Antonio de Oliveira
Revisor ortográfico: Maria Koltum
Revisor do Inglês: Sergio Fernandes
Comercial e financeiro: Gelson de Oliveira
Edição de vídeo: Eduardo Catalano
Web designer: Leonardo Ribeiro
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Jornalista responsável: Amaury Pontieri – MTB nº 23.154-SP
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