Com o objetivo de registrar relatos sobre a personalidade conhecida como E.M. – Extraterrestrial Mentor, a COMUNICONS iniciou, em 1º de abril de 2025, a produção de uma série de entrevistas que reúne depoimentos de pessoas que conviveram diretamente com essa consciência. O episódio inaugural trouxe a participação da Professora Málu Balona.
Os produtores da série, Ana Paula Simões, Marcelo Coelho e Paulo André Norberto, trazem informações sobre o projeto, em entrevista de Cristina Bornia, confira:
Cristina: Qual é o objetivo principal da série?
Ana Paula: Queremos com essa série de entrevistas preparar o caminho para lançarmos o documentário Aurora Universal, sobre o E.M., lançamento que acontecerá no final de 2025. Estamos entrevistando pessoas que tiveram experiências com o E.M., e não estão no documentário, criando um burburinho para as pessoas se conectarem com o tema.
Cristina: Quem é o Extraterrestrial Mentor?
Paulo André: O E.M. foi um amparador, consciex, com paravisual extraterrestre, tipo um lagarto, que conviveu com o professor Waldo Vieira por 50 anos e ressomou na Finlândia no final dos anos 90.
O professor Waldo Vieira dizia que a sua extensa dedicação ao E.M. tinha como propósito principal a adaptabilidade do psicossoma diferente do extraterrestre ao soma humano terrestre minimizando os impactos na ressoma do E.M. na Terra. Waldo chamou essa interassistência, a semipossessão benigna do E.M., de Pré-maternologia. Waldo foi a pré-mãe do E.M.
Cristina: Como o documentário dialoga com o legado do Prof. Waldo Vieira e com a história da Conscienciologia? Vocês veem este projeto como parte da consolidação da memória da CCCI?
Paulo André: O Prof. Waldo Vieira passou 50 anos na condição de pré-mãe do E.M. Essa experiência é uma das verpons mais avançadas da Conscienciologia e impactou a vida de muitos voluntários. Registrar essa história é importantíssimo para as nossas pesquisas presentes e futuras, para os revezamentos evolutivos e para identificarmos as senhas retrocognitivas encriptadas nessas experiências ao acessarmos esse material em vidas futuras.
Cristina: Quantas entrevistas estão previstas na primeira temporada da série?
Paulo André: A princípio não existe temporada estabelecida. Estamos buscando voluntários das décadas de 80 e 90 que tiveram o privilégio de ter alguma interação com o E.M. e estejam dispostos a compartilhar. A cada semana descobrimos voluntários com experiências interessantes para nos contar. Não há limite de episódios nem delimitação de tempo de cada um: se a pessoa tiver uma história nova de apenas dois minutos, vamos gravar. O importante é o registro e o compartilhamento histórico que enriquece a nossa compreensão sobre fenômeno tão singular e rico de esclarecimentos.
Cristina: Como foi o processo de gravação do primeiro episódio? Houve alguma experiência significativa nos bastidores ou percepção extrafísica durante a gravação?
Paulo André: Sim. Ao final, a professora Malu Balona foi questionada sobre a possível linha de atuação do E.M. ressomado, o rapaz finlandês. Ela tomou um banho de energias e teve a inspiração de que ele deveria ter uma atuação no processo ecológico. Faz muito sentido. O E.M. era muito sensível aos temas da natureza, tinha uma empatia enorme com a fauna e a flora em todos os níveis e tamanhos. Ele sempre apresentou uma grande inteligência naturalista.
Cristina: Que desafios a equipe tem enfrentado na produção desta série?
Paulo André: O problema maior é de agenda para as gravações. Somos todos envolvidos com diversos compromissos no voluntariado e encaixar horários que atendam à disponibilidade de todos é um desafio. Mas temos conseguido resolver bem isso. Enfrentamos pequenos contrafluxos, como o ‘sumiço’ de materiais gravados, que felizmente foram localizados. Por outro lado, tivemos importantes aportes, como é o caso da disponibilização do espaço da Holoteca, para realizarmos as gravações. O cenário lá é excepcional e já faz rapport com o universalismo inerente ao tema da Extraterrestriologia.
Cristina: Durante a produção, a equipe percebeu alguma sinalética energética ou parafenômeno associado ao E.M.?
Marcelo Coelho: O processo de relembrar vivências e recuperar as experiências com o EM, no contexto da época, levava os entrevistados a realizarem diversas evocações durante as entrevistas. Alguns relataram percepções nos dias anteriores. Além disso, era possível notar certas mudanças no campo quando determinados assuntos eram abordados durante as entrevistas.
Paulo André: Eu, especificamente, tenho observado um processo de concentração, descontração e leveza, no momento das entrevistas, e “tudo muito redondo” na produção com os entrevistados e a equipe, antes das entrevistas.
Ana Paula: Não só em relação à série, mas também em relação à preparação do lançamento do documentário, tenho percebido a presença de consciexes extraterrestres, ou com holopensene interplanetário, apoiando o trabalho sendo realizado.
Cristina: Que tipo de impacto ou reflexão vocês esperam gerar nos espectadores, especialmente nos pesquisadores mais novos ou intermissivistas recém-chegados?
Paulo André: Todo o projeto gesconológico, audiovisual e livros, envolvendo o tema E.M. é muito importante não só para um registro histórico, que revela mais uma faceta da riqueza poliédrica consciencial do professor Waldo Vieira, como também impacta essa geração de intermissivistas que não teve contato com o professor Waldo Vieira, independente de suas idades.
Existem muitas facetas da personalidade e do labcon do professor Waldo Vieira que podem se perder no tempo se não forem registradas e compartilhadas: a sua vida de empreendedor, a sua vida antes da proposição da Conscienciologia assim como a vivência de pré-mãe com o E.M.
Um impacto inevitável que a história do E.M. traz é o processo do universalismo na atuação consciencial, muito além do nosso mundinho que vivencia hoje uma reurbex. Há um Cosmos ao qual estamos conectados o tempo todo, inclusive na própria reurbex com as transmigrações interplanetárias.
Daí surge a importância da especialidade Extraterrestriologia, a bem-vinda IC Extracons e o Colégio Invisível da Extraterrestriologia.
Lista de entrevistas:
Entrevista com a Profa. Málu Balona sobre suas experiências com o E.M.:
Entrevista com José Domingos sobre suas vivências com o E.M.:
Entrevista com Débora Machado sobre suas vivências com o E.M.:
Entrevista com Flávia Rogick sobre suas vivências com o E.M.:
Para saber mais acesse:
Entrevistadora: Cristina Bornia
Entrevistados: Ana Paula Simões, Marcelo Coelho, Paulo André Norberto
Foto e vídeo: acervo COMUNICONS
Expediente: Edição 264 - Julho e Agosto de 2025
Jornalista responsável: Amaury Pontieri – MTB nº 23.154-SP
Coordenação: Leonardo Ribeiro
Secretária e Editora: Cristina Bornia
Redatores de conteúdo: Cecilia Roma, Cristina Bornia, Sónia Luginger e Leonardo Ribeiro
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