ASSINVÉXIS realiza expedição técnica à Europa

Prática da Cosmovisão na Invéxis

Durante 12 dias, um grupo de 47 pessoas participou da 2ª edição do curso Prática da Cosmovisão na Invéxis, realizado de 19 a 30 de abril de 2025. A excursão técnico-pesquisística passou por 11 cidades em 5 países, com o objetivo de aprofundar vivências e estudos sobre a aplicação da cosmovisão invexológica. As voluntárias da ASSINVÉXIS, Laiza Pâmela e Jéssica Laudares, compartilham os detalhes dessa jornada com o Jornal da Cognópolis, confira:

“Tudo começou um ano antes, com 9 encontros preparatórios realizados de 07 de abril de 2024 a 06 de abril de 2025 para que pudéssemos compreender melhor os locais de destino, planejar o enfoque a ser dado à nossa autopesquisa, bem como obter dicas práticas para realizar uma viagem internacional. Alguns do grupo estavam viajando para fora do Brasil pela primeira vez.”

Lista de países e cidades visitadas

PaísesCidades
BélgicaAntuérpia
Bruxelas
Bruges
Países BaixosHaia
AlemanhaDüsseldorf
França Chamonix
Ferney-Voltaire
Saint-Genis-Pouilly
SuíçaBerna
Genebra
Lausanne

“Cada participante ficou responsável pela sua chegada e pela sua partida da Europa. Isso significou providenciar as passagens aéreas, o seguro viagem, o dinheiro em espécie e o cartão de débito internacional. A organização do curso – voluntários da Associação Internacional de Inversão Existencial (ASSINVÉXIS) – agendou previamente todas as atividades.”

“Iniciamos o curso em 19 de abril de 2025, na cidade de Bruxelas, Bélgica, onde fizemos walking tour pelo Centro Histórico e pelo bairro Europeu, conhecemos o Museu da História Europeia, o Atomium, o Parlamentarium, o Hemiciclo, o Parlamento Flamenco, o Europa Experience e replicamos a tradicional foto na escadaria dos físicos.”

Atividades realizadas em Bruxelas, Bélgica. Acima à esquerda, Atomium. Acima à direita, Parlamentarium. Abaixo à esquerda, Parlamento Flamenco. Abaixo à direita, Parlamentarium. (Foto: acervo da ASSINVÉXIS).
Hemiciclo – Bruxelas, Bélgica. (Foto: acervo da ASSINVÉXIS).
Escadaria dos Físicos – Bruxelas, Bélgica. (Foto: acervo Lucimara Ribas Frederico).

“Em 20 de abril, nos deslocamos de ônibus de Bruxelas para Antuérpia, Bélgica e visitamos o Museu Plantin-Moretus. No museu, conhecemos a história de Plantin-Moretus, uma personalidade empreendedora que impulsionou a produção de livros na região. Observamos, inclusive, o processo de prensa tipográfica, uma inovação que revolucionou a produção editorial e de livros da época, ao facilitar um trabalho que antes era majoritariamente artesanal. Nesse mesmo dia nos deslocamos de Antuérpia para Haia, Países Baixos. Em Haia conhecemos o Museu do Palácio da Paz, bem como fizemos um walking tour pela cidade. Ao final do dia retornamos a Bruxelas.”

Museu Plantin-Moretus – Antuérpia, Bélgica. (Foto: acervo da ASSINVÉXIS).
Palácio da Paz – Haia, Países Baixos. (Foto: acervo da ASSINVÉXIS).

“O próximo destino foi a cidade medieval de Bruges, Bélgica. Fizemos walking tour pela cidade histórica, merecendo destaque o Beguinage Ten Wijngaerde, local onde, na Idade Média, mulheres levavam uma vida religiosa e se apoiavam mutuamente promovendo assistência local. Esse movimento foi bastante inovador para época, devido a característica de não associação à Igreja, promovendo maior independência para essas mulheres, inclusive no incentivo à educação e à intelectualidade feminina. Alguns historiadores caracterizam o movimento beguinal como precursor do feminismo moderno. No Beguinage, vários participantes sentiram repercussões positivas. Ainda em Bruges, conhecemos a Pharmacy Saint John’s Hospital.”

Walking Tour – Bruges, Bélgica. (Foto: acervo da ASSINVÉXIS).

“No geral, ao final de cada dia fazíamos um debate conjunto para discutir percepções, repercussões e avaliar de que modo as visitas e os passeios técnicos do dia teriam ampliado a cosmovisão individual e grupal sobre os locais, as pessoas com as quais interagimos e em relação à nossa autopesquisa.”

Debate ao Ar Livre (acervo da ASSINVÉXIS).

“Em 24 de abril, encerramos a nossa estada em Bruxelas, Bélgica e nos deslocamos de ônibus para Kaiserswerth (distrito da cidade de Düsseldorf, na Alemanha). O nosso destino foi o Instituto Fliedner, local onde a personalidade Florence Nightingale estudou Enfermagem. Esse local merece destaque, pois a Florence é uma personalidade estudada como inversora existencial histórica.”

Instituto Fliedner – Kaiserswerth, distrito da cidade de Düsseldorf, Alemanha. (Foto: acervo da ASSINVÉXIS).

“Pernoitamos no hotel do Instituto Fliedner, visitamos o Nursing Museum, tivemos a oportunidade de ter uma palestra sobre a Florence Nightingale e as diaconisas com o Dr. Nobert Friedrich e fechamos o bloco com um debate grupal. Nesse mesmo dia, a universidade disponibilizou uma sala de aula para realizarmos o debate e também uma prática energética grupal. As repercussões parapsíquicas no grupo foram bastante enriquecedoras.”

“No dia seguinte, o grupo se deslocou de Kaiserswerth (distrito da cidade de Düsseldorf) para a cidade de Genebra, Suíça. Ficamos hospedados na cidade de Saint-Genis-Pouilly, França, contígua à Genebra. O nosso primeiro dia em Genebra, 26 de abril, foi de walking tour pelo bairro Internacional, passagem pela Organização das Nações Unidas (ONU), visita ao Museu da Cruz Vermelha e Museu do Rousseau.”

“Dentre diversas reflexões, entendemos um pouco mais sobre a constituição de Genebra, o porquê de ter sido escolhida como sede da ONU e de que modo personalidades como Henry Dunant (fundador da Cruz Vermelha) e Rousseau aglutinaram pessoas a partir de suas obras para atuarem em diversas linhas da sociedade.”

Atividades em Genebra, Suíça. À esquerda, ONU. No centro, o Museu da Cruz Vermelha. À direita, Museu do Rousseau. (Foto: acervo da ASSINVÉXIS).

“Em 27 de abril, nos deslocamos de ônibus de Genebra para a cidade de Lausanne. Ali conhecemos o Museu das Olimpíadas onde muitos perceberam um holopensene relacionado à paz mundial e união dos povos, em contraste com a ideia de competição que normalmente é associada a esses jogos. Essas percepções aguçaram a atenção dos pesquisadores para a importância do abertismo e necessidade de entender melhor certos eventos promovidos na sociedade intrafísica. De Lausanne partimos para Berna, capital da Suíça, cidade na qual tivemos a oportunidade de visitar a Einstein House e o Museu do Einstein. De Berna retornamos a Genebra. O Museu do Einstein foi muito interessante em razão de existir um estudo profundo relacionado a essa personalidade na ASSINVÉXIS, expondo informações não apenas sobre ele, mas do contexto histórico e social ao qual pertenceu, sendo uma referência de museu biográfico.” 

Atividades em Lausanne, Suíça. À esquerda, Museu das Olimpíadas. À direita, ginástica laboral em frente ao Museu das Olimpíadas. (Foto: acervo da ASSINVÉXIS).
Capital da Suíça – Berna, Suíça. (Foto: acervo da ASSINVÉXIS).

“No dia 28 de abril, fizemos um novo walking tour em Genebra, desta vez pelo Centro Histórico. Tivemos a oportunidade de conhecer o Geneve Graduate Institute, uma faculdade voltada para cursos como relações internacionais, que acolhe estudantes de diferentes partes do mundo, e participar de uma palestra sobre a instituição. Parte da palestra, por exemplo, foi ministrada por um aluno brasileiro que estuda no instituto. Muitos colegas acharam interessante o fato de que as classes são compostas por estudantes de diferentes nacionalidades, sendo necessário haver abertismo consciencial e paradiplomacia na prática para se promover um ambiente saudável a todos.”

“Encerramos as visitas do dia na cidade de Ferney-Voltaire, França, no Chateau de Voltaire. Muitos se surpreenderam com a atmosfera positiva do ambiente: Voltaire é considerado uma personalidade polêmica do Iluminismo Francês, no entanto, a casa em que morava gerou boas repercussões nos visitantes.” 

“No debate do dia, entre outros assuntos interessantes, discutimos sobre a importância da escrita do livro pessoal para ampliar o alcance da interassistência. Muitas das personalidades estudadas na viagem se valeram dos livros para criar grupos de trabalho assistenciais, sendo um exemplo para os intermissivistas engajados com a gesconografia objetivando aglutinar grupos de trabalho em prol da maxiproéxis grupal.”

“Um fato curioso é que, enquanto estávamos debatendo esse assunto e sobre como acessar pessoas novas a partir da escrita, um menino, de cerca de 8 anos de idade, aproximou-se para acompanhar o debate, apesar de estarmos falando em um idioma diferente do dele.” 

Chateau de Voltaire – Ferney-Voltaire, França. (Foto: acervo da ASSINVÉXIS).

“No penúltimo dia do curso, 29 de abril, nos deslocamos de Genebra para Chamonix, França, e passamos o dia interagindo com um tipo de energia imanente que não é nada habitual no Brasil: a dos alpes franceses. Conhecemos o L’Aiguille du Midi (altitude 3.842m), a estação Montevers e o Mer de Glace (altitude 1.913m).”

“Nesse dia, além de experimentar um local inóspito para a maioria dos brasileiros, pudemos estreitar nossos laços de amizade e companheirismo, a partir dessa vivência única em local com tanta energia e beleza.” 

Atividades em Chamonix, França. À esquerda L’Aiguille du Midi (altitude 3.842m), Alpes Franceses. À direita, Mer de Glace, Montenvers (altitude 1.913m). (Foto: acervo da ASSINVÉXIS).
L’Aiguille du Midi (altitude 3.842m), Alpes Franceses – Chamonix, França. (Foto: acervo da ASSINVÉXIS).

“30 de abril, o último dia do Prática da Cosmovisão na Invéxis, foi destinado exclusivamente para conhecer o maior e mais poderoso acelerador de partículas do mundo, Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire (CERN) em português: Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear. Vimos o museu local, várias exibições, fizemos tour técnico e, após o debate grupal de encerramento do curso, finalizamos a viagem com um jantar de comemoração, desfrutando de um fondue tipicamente suíço.”

CERN – Genebra, Suíça e Saint-Genis-Pouilly, França. (Foto: acervo da Assinvéxis).
Fondue, jantar comemorativo – Genebra, Suíça. (Foto: acervo da ASSINVÉXIS).

“Após o encerramento do curso, alguns pesquisadores ainda se deslocaram para a Inglaterra para participar do curso Imersão Holopensênica na casa de Florence Nightingale, com os professores Filipe Colpo, Pedro Fernandes e outros professores convidados.” 

“O curso Imersão Holopensênica ocorreu nos dias 02, 03 e 04 de maio dentro de Lea Hurst, casa de campo na qual Florence Nightingale passou boa parte de sua infância. Esse curso teve caráter bastante imersivo, no qual os pesquisadores sentiram-se transportados para o ambiente da aristocracia inglesa do século XIX. Houve várias atividades de reflexão, debate e uma dinâmica parapsíquica dentro da sala de estar da casa da Florence, sendo esta atividade inédita no âmbito da Conscienciologia.” 

“Os participantes ficaram bastante impactados com o nível de produtividade da Florence, com diversos livros e cartas produzidos ao longo de sua vida, e um nível de assistência muito grande para as instituições hospitalares da época.” 

“Pudemos refletir sobre a mesologia em que ela cresceu e o quanto isso contribuiu para as assistências realizadas posteriormente, além de ponderarmos sobre as características de sua paragenética que também contribuíram para os seus feitos.” 

“Também pudemos fazer um passeio pela natureza ao redor da propriedade, passando por trilhas que a Florence também usava na sua época. Todo o curso foi bastante impactante para todos, devido ao ineditismo, profundidade e conexão com o passado de cada um. Fomos muito bem acolhidos pela família que mora atualmente na casa, e também pela biógrafa Karen Holyoak e seu companheiro, que prestaram suporte para o grupo durante todo o período.”

“No último dia, fomos agraciados com uma palestra muito enriquecedora com o pesquisador e coautor do livro Florence Nightingale at home (2020), Paul Crawford. Ele comentou sobre as residências em que Florence viveu e o quanto elas se relacionam com sua formação. Certamente foi uma experiência que ficará na holomemória de todos os envolvidos.”

Acima, Fachada de Lea Hurst na Inglaterra. Placa em homenagem a Florence Nightingale. Abaixo, Trilha ao arredores da propriedade. (Foto: acervo Jéssica Laudares).
Jardins de Lea hurst. Trilha aos arredores da propriedade. (Foto: acervo Jéssica Laudares).
Palestra com o autor Paul Crawford. (Foto: acervo Jéssica Laudares).

Em 25 de maio de 2025, a ASSINVÉXIS realizou a atividade híbrida Conscienciologia Pelo Mundo – Foto-Palestra – Cosmovisão e Imersão Holopensênica, no campus Discernimentum, compartilhando como se deu a realização do curso Prática da Cosmovisão na Invéxis. 

Foto: acervo ASSINVÉXIS

Se você gostou do conteúdo apresentado até aqui, pode ‘tirar uma palhinha’ de como foi a viagem clicando no link abaixo do Youtube.

Para saber mais acesse:
Autoras: Laiza Pâmela e Jéssica Laudares
Acompanhamento: Cristina Bornia
Foto e vídeo: acervo da ASSINVÉXIS; Jéssica Laudares e Lucimara Ribas Frederico

Expediente: Edição 263 - Maio e Junho de 2025

Jornalista responsável: Amaury Pontieri – MTB nº 23.154-SP

Coordenação: Leonardo Ribeiro
Secretária e Editora: Cristina Bornia
Redatores de conteúdo: Cecilia Roma, Cristina Bornia, Sónia Luginger e Leonardo Ribeiro
Revisor de conteúdo: Luiz Antonio de Oliveira
Revisor ortográfico: Maria Koltum
Web designer: Leonardo Ribeiro
Conformidade com a política editorial (Conselho Editorial): Amaury Pontieri e Denise Paro

Endereço: Av. Felipe Wandscheer, 6200 - Cognópolis Foz do Iguaçu - PR - Brasil
contato@jornaldacognopolis.org

Agenda: "Os conteúdos publicados com programação futura são de responsabilidade exclusiva dos organizadores do evento. O Jornal da Cognópolis não se responsabiliza por alterações, cancelamentos ou quaisquer mudanças nas programações divulgadas. Recomendamos que os interessados entrem em contato diretamente com os organizadores para confirmar as informações."
Últimas
Princípio da descrença
_________________
Não acredite em nada, nem mesmo o que for informado aqui.
EXPERIMENTE.
Tenha suas experiências pessoais.

Relacionadas

Foz do Iguaçu
nublado
19.6 ° C
20.5 °
19.6 °
95%
1.1m/s
100%
ter
26 °
qua
30 °
qui
31 °
sex
29 °
sáb
23 °