No dia 22 de abril de 2025, a Associação Internacional para Expansão da Conscienciologia (AIEC) completou seu 20º aniversário. As comemorações tiveram início em 3 de maio, com um jantar dançante que reuniu aproximadamente 260 convidados da Comunidade Conscienciológica Cosmoética Internacional (CCCI), em Foz do Iguaçu, no Interludium Iguassu Convention Hotel.
O evento centrou-se na atuação pioneira da AIEC, destacando sua priorização da maxiproéxis grupal na materialização da Cognópolis, a primeira comunidade conscienciológica do planeta, fundada em 2005. A celebração realçou a trajetória da instituição, suas conquistas significativas e os futuros projetos planejados.
A condução do evento esteve a cargo de Cesar Cordioli, Everaldo Bergonzini e Treice Dornelles, juntamente com o cerimonial da assessora de comunicação Izabelle Ferrari, que apresentaram a história da AIEC. Foram exibidos relatos e fotografias que detalharam os bastidores da criação do bairro Cognópolis e dos condomínios Villa Conscientia – Asa Norte e Asa Sul. A programação incluiu, ainda, informações sobre o Campus Discernimentum, curiosidades acerca da construção e administração do Hotel Interludium e atualizações sobre o Megacentro Cultural Holoteca, culminando com a projeção do planejamento futuro da AIEC.

Também participou da atividade a professora Málu Balona, que trouxe contribuições valiosas ao compartilhar um breve histórico de sua trajetória na Conscienciologia. Em sua fala, destacou o início das atividades conscienciológicas no Rio de Janeiro e a posterior migração do epicentro dos trabalhos para Foz do Iguaçu. Contextualizou o momento de criação da Associação Internacional Editares de Conscienciologia (AIEC), enfatizando sua relevância dentro do projeto da Cognópolis. Comentou, ainda, sobre a importância da holomemória conscienciológica e mencionou as senhas de Charlotte trazendo reflexões sobre retrocognições e vínculos multiexistenciais.

Os diretores da instituição — César Cordioli, Treice Dornelles e Everaldo Bergonzini — trouxeram contribuições relevantes sobre a trajetória e os marcos da AIEC.
Em sua fala, César Cordioli destacou os principais momentos da fundação da AIEC e o papel estratégico da instituição na estruturação da Cognópolis Foz. Ressaltou a criação do Tertuliarium e o apoio prestado pela AIEC aos diversos campi conscienciológicos. Mencionou iniciativas como a implantação da Galeria da Lógica, os bustos de personalidade-líderes da Aléia dos Gênios da Humanidade no CEAEC e o suporte às instituições conscienciocêntricas na consolidação de seus respectivos campi: CEAEC, Assinvéxis, Reaprendentia, OIC, IIPC, Evolucin, IC Tenepes e o Campus Europa. Esses investimentos e articulações foram fundamentais para o fortalecimento da infraestrutura e da intercooperação entre as ICs na Cognópolis.

Em sua participação, Treice Dornelles destacou o papel da AIEC no apoio à consolidação do Campus Discernimentum, ressaltando a importância do suporte institucional para a manutenção e o desenvolvimento das estruturas físicas das ICs. Comentou também sobre a atuação da AIEC no processo de quitação dos cotistas do hotel, evidenciando o compromisso com a regularização patrimonial e a sustentabilidade financeira das iniciativas conscienciológicas.
Durante sua fala, Everaldo Bergonzini abordou as diferentes frentes de atuação da AIEC, com ênfase na promoção da convivialidade interassistencial na CCCI e no incentivo às publicações conscienciológicas, como o livro Senhas de Charlotte, as obras de César Cordioli e a revista Holotecologia. Destacou também o apoio às atividades parapedagógicas, como o Calepino Conscienciológico, e a crescente interação com a Socin, ampliando a representação internacional da Conscienciologia. Nesse contexto, pontuou ações voltadas à divulgação conscienciológica, incluindo a articulação da Chamada aos Intermissivistas e o apoio à elaboração do filme Waldo Vieira – Vida e Obra, iniciativas estratégicas para a expansão da Conscienciologia no planeta.
Entre as falas complementares, Flávio Buononato, representante da União das Instituições Conscienciocêntricas Internacionais (UNICIN), destacou o papel da AIEC como articuladora de diretrizes e parcerias estratégicas voltadas à expansão da Conscienciologia. Em seguida, Caio Polizel, representando o Colegiado da Conscienciologia (CDC), trouxe reflexões sobre o atual momento evolutivo da CCCI.
O evento contou ainda com apresentações musicais que enriqueceram a programação, incluindo a performance do violonista paraguaio Orlando Martinez, o som da talentosa moçambicana Wendy Ferreira e do violeiro brasileiro Joseph Lamel. Além disso, o idealizador e instrutor do Projeto Frontera Tropical, Pablo Mestre, conduziu um workshop dedicado à música latina, proporcionando uma experiência cultural rica e diversificada aos participantes.




Os convidados foram presenteados com um mimo energético composto por sacochila, caneta, caneca ecológica e a primeira edição especial do Jornal da Cognópolis, que oferece um panorama das realizações da instituição ao longo dessas duas décadas.

“Desde a fundação, a AIEC sempre esteve empenhada em identificar as necessidades da CCCI e atender às diferentes demandas por meio de projetos suprainstitucionais. É uma oportunidade evolutiva ímpar poder contribuir de modo tão efetivo com a maxiproéxis grupal”, comentou Cesar Cordioli, presidente da AIEC.
Ao final do evento, Treice Dornelles convidou ao palco os integrantes da comissão organizadora, majoritariamente composta por mulheres, em um gesto de reconhecimento pelo trabalho dedicado e colaborativo. O grupo foi aplaudido pelo público e receberam orquídeas como símbolo de agradecimento. Na ocasião, Treice também estendeu sua gratidão a todos os parceiros e voluntários que contribuíram para a realização e o sucesso do evento.

Sobre a AIEC
A Associação Internacional para Expansão da Conscienciologia (AIEC) é uma instituição conscienciocêntrica, configurada como associação civil sem fins econômicos, de caráter científico e educacional. Seu propósito é fomentar e apoiar projetos das demais Instituições Conscienciocêntricas ou de organizações afins aos seus princípios, desenvolvendo programas de pesquisa, educação e assistência social, todos fundamentados no paradigma consciencial.
Sob a direção visionária de Cesar Cordioli e com a colaboração da CCCI, a AIEC tem sustentado o crescimento da Cognópolis, garantindo a execução de megaprojetos pautados no trinômio transparência, responsabilidade e Cosmoética.
A AIEC tem como missão fundamental fornecer apoio técnico, administrativo e financeiro a projetos assistenciais, culturais e de pesquisa científica, visando ser agente facilitador da assistência planetária. Para alcançar esses objetivos, a instituição pauta suas ações em valores essenciais: a Assistencialidade, priorizando projetos com maiores ganhos assistenciais; o Comprometimento, zelando pela excelência na execução dos projetos aprovados; a Isenção, atuando de forma imparcial e cosmoética em todas as etapas; e a Transparência, garantindo clareza na demonstração da utilização dos recursos financeiros captados.
A filosofia da AIEC fundamenta-se nos princípios da Policarmalidade (assistência aberta, ampla e universalista) e da Megafraternidade, concretizados por meio do desenvolvimento de empreendimentos coletivos.
De acordo com seu estatuto social, para a consecução de seus objetivos, a AIEC está apta a:
- I – Desenvolver projetos e programas de pesquisa, educação e assistência social.
- II – Promover, por meio de programas e projetos, a educação, a pesquisa e o autoconhecimento em todas as suas formas, como condição essencial na busca do equilíbrio individual e coletivo.
- III – Promover, na comunidade em geral, a responsabilidade de cada indivíduo para com a sua própria evolução e a evolução grupal.
- IV – Oferecer ao público, de forma irrestrita, informação clara e consistente sobre os resultados das pesquisas desenvolvidas, possibilitando o desenvolvimento de consciência crítica, autonomia de pensamento e ação, frente à era consciencial.
- V – Captar recursos financeiros no mercado nacional e internacional e obter doações de bens fungíveis e infungíveis, podendo firmar convênios com instituições cujos objetivos sejam afins.
- VI – Manter intercâmbios científico, educacional, social, tecnológico e cultural com organismos nacionais e internacionais de propósitos universalistas, assistenciais e cosmoéticos.
- VII – Buscar a proteção e conservação do meio ambiente, por meio do desenvolvimento de projetos que harmonizem e otimizem a conservação e o uso sustentável da biodiversidade, contribuindo assim para o fortalecimento dos mecanismos institucionais de proteção e conservação ambiental.

Para saber mais acesse:
Autoras: Cristina Bornia e Treice Ornelas
Foto e vídeo: acervo AIEC
Expediente: Edição 263 - Maio e Junho de 2025
Jornalista responsável: Amaury Pontieri – MTB nº 23.154-SP
Coordenação: Leonardo Ribeiro
Secretária e Editora: Cristina Bornia
Redatores de conteúdo: Cecilia Roma, Cristina Bornia, Sónia Luginger e Leonardo Ribeiro
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